\\ JORNAL DA MANHÃ \ Saúde

Consumo de cafeína deve ser evitado na gestação

Publicada em 23/01/2017.

 

A gestante precisa adotar alguns cuidados alimentares para evitar o desenvolvimento de patologias tanto durante o período gestacional quanto depois do nascimento do bebê. Nutricionista do posto Penha, Liane Copetti Ghisleni enfatiza que tudo que for em excesso é prejudicial.
O consumo de cafeína req uer atenção, principalmente, porque este componente não está presente apenas no café, mas em outros tipos de bebidas e alimentos e até em medicamentos. “É contraindicada [consumo] porque a cafeína aumenta o metabolismo e vai aumentar o ritmo cardíaco tanto da mãe quanto da criança. A cafeína é rapidamente absorvida pela placenta. Claro que se o consumo for exagerado vai prejudicar. Recomendamos 200 mg, no máximo, três xícaras do tipo cafezinho expresso”, acrescenta.
A cafeína consumida em excesso prejudica a absorção do ferro, que é importante durante toda a gestação. “Sempre ressaltamos as gestantes a necessidade de ter uma alimentação rica em suplementação de vitamina D. Muitas gestantes, nos primeiros três meses, têm alteração do paladar. Às vezes tinha o hábito de tomar café e com essa mudança do paladar acaba diminuindo o gosto, até evitando tomar. O importante é que a gestante seja consciente de que está gerando uma nova vida e precisa ter alguns cuidados, tanto para sua vida quanto do feto”, 
A erva-mate também deve ter consumo restrito. Sal e alimentos gordurosos devem ser controlados. Já as bebidas alcoólicas o conselho é para que sejam evitadas, assim como a nicotina. Por outro lado, o consumo de frutas e vegetais está liberado pelo aporte de vitaminas que representa às gestantes. Carnes e alimentos de origem animal representam suplementação de ferro, evitando desencadear uma anemia.
“Nossa natureza é tão perfeita que a única coisa que o leite humano tem é um pouco de deficiência no ferro, por isso que mãe tem que ingerir ferro para que fique armazenado no fígado do bebê até os seis meses. A partir dos seis meses a criança que mama no peito precisa suplementar alimentação sólida”, revela Liane.
Atuando há 30 anos na saúde pública, Liane conta que há alguns anos existiam doenças e poucas curas. Ao contrário dos dias atuais em que há mais opções de tratamento. “Trabalhamos muito em cima dessa questão na gestação, para evitar que a gestante tenha pressão alta, muito ganho de peso, e venha desencadear diabetes, e uma série de outras patologias que possa representar problema na gestação”, finaliza.

A gestante precisa adotar alguns cuidados alimentares para evitar o desenvolvimento de patologias tanto durante o período gestacional quanto depois do nascimento do bebê. Nutricionista do posto Penha, Liane Copetti Ghisleni enfatiza que tudo que for em excesso é prejudicial.

O consumo de cafeína req uer atenção, principalmente, porque este componente não está presente apenas no café, mas em outros tipos de bebidas e alimentos e até em medicamentos. “É contraindicada [consumo] porque a cafeína aumenta o metabolismo e vai aumentar o ritmo cardíaco tanto da mãe quanto da criança. A cafeína é rapidamente absorvida pela placenta. Claro que se o consumo for exagerado vai prejudicar. Recomendamos 200 mg, no máximo, três xícaras do tipo cafezinho expresso”, acrescenta.

A cafeína consumida em excesso prejudica a absorção do ferro, que é importante durante toda a gestação. “Sempre ressaltamos as gestantes a necessidade de ter uma alimentação rica em suplementação de vitamina D. Muitas gestantes, nos primeiros três meses, têm alteração do paladar. Às vezes tinha o hábito de tomar café e com essa mudança do paladar acaba diminuindo o gosto, até evitando tomar. O importante é que a gestante seja consciente de que está gerando uma nova vida e precisa ter alguns cuidados, tanto para sua vida quanto do feto”, 

A erva-mate também deve ter consumo restrito. Sal e alimentos gordurosos devem ser controlados. Já as bebidas alcoólicas o conselho é para que sejam evitadas, assim como a nicotina. Por outro lado, o consumo de frutas e vegetais está liberado pelo aporte de vitaminas que representa às gestantes. Carnes e alimentos de origem animal representam suplementação de ferro, evitando desencadear uma anemia.

“Nossa natureza é tão perfeita que a única coisa que o leite humano tem é um pouco de deficiência no ferro, por isso que mãe tem que ingerir ferro para que fique armazenado no fígado do bebê até os seis meses. A partir dos seis meses a criança que mama no peito precisa suplementar alimentação sólida”, revela Liane.

Atuando há 30 anos na saúde pública, Liane conta que há alguns anos existiam doenças e poucas curas. Ao contrário dos dias atuais em que há mais opções de tratamento. “Trabalhamos muito em cima dessa questão na gestação, para evitar que a gestante tenha pressão alta, muito ganho de peso, e venha desencadear diabetes, e uma série de outras patologias que possa representar problema na gestação”, finaliza.