\\ JORNAL DA MANHÃ \ Artigo

O desafio de reinventar

Publicada em 10/01/2017.

 

Com a possível retração de 3% do PIB brasileiro em 2016, a retomada da economia ainda é uma incógnita. Diferentes setores do mercado sofrem constantes quedas em suas demandas, extinguindo postos de trabalho e aumentado o desafio de fazer mais com menos. Situações como a recente demissão em massa no polo naval de Rio Grande, onde 3,2 mil trabalhadores perderam seus empregos, ainda ameaçam qualquer esboço de crescimento no cenário gaúcho e são exemplos do que ocorre também em outros segmentos da nação.
Um ponto em comum nesse quadro interliga todas as projeções econômicas para 2017: a necessidade de se reinventar. Faz-se necessária uma revisão clínica para aproveitar melhor nossos recursos, agilizar processos e otimizar resultados. O exercício é para todos, sem exceção. Às empresas, o redesenho das estruturas deverá estar alinhado à periódica avaliação de seus colaboradores. É fundamental identificar se a equipe tem o perfil necessário para atravessar esse período de incertezas. Quanto aos profissionais que seguem em seus cargos, o próximo ano será momento para praticar a resiliência e pensar no autodesenvolvimento. Independentemente do posto que ocupa na hierarquia, o trabalhador terá a missão de assumir novas tarefas, reforçando a tendência de perfis multifunções. Compreender as dificuldades da organização e estar aberto a mudanças internas podem favorecer grandes oportunidades para boas ideias. Atualizar suas capacitações e assumir a liderança das soluções farão a diferença.
Para quem busca recolocação no mercado, 2017 cobrará paciência com processos de seleção cada vez mais longos e rigorosos. Novos conceitos do mercado acarretarão na redução de salários, especialmente para cargos mais estratégicos - de 30% a 40%. E não haverá espaço para lamentações. As empresas buscam profissionais qualificados, experientes e que atuem como donos do negócio. Quem chegar "comprando a briga" neste momento poderá ser recompensado logo adiante.

Com a possível retração de 3% do PIB brasileiro em 2016, a retomada da economia ainda é uma incógnita. Diferentes setores do mercado sofrem constantes quedas em suas demandas, extinguindo postos de trabalho e aumentado o desafio de fazer mais com menos. Situações como a recente demissão em massa no polo naval de Rio Grande, onde 3,2 mil trabalhadores perderam seus empregos, ainda ameaçam qualquer esboço de crescimento no cenário gaúcho e são exemplos do que ocorre também em outros segmentos da nação.

Um ponto em comum nesse quadro interliga todas as projeções econômicas para 2017: a necessidade de se reinventar. Faz-se necessária uma revisão clínica para aproveitar melhor nossos recursos, agilizar processos e otimizar resultados. O exercício é para todos, sem exceção. Às empresas, o redesenho das estruturas deverá estar alinhado à periódica avaliação de seus colaboradores. É fundamental identificar se a equipe tem o perfil necessário para atravessar esse período de incertezas. Quanto aos profissionais que seguem em seus cargos, o próximo ano será momento para praticar a resiliência e pensar no autodesenvolvimento. Independentemente do posto que ocupa na hierarquia, o trabalhador terá a missão de assumir novas tarefas, reforçando a tendência de perfis multifunções. Compreender as dificuldades da organização e estar aberto a mudanças internas podem favorecer grandes oportunidades para boas ideias. Atualizar suas capacitações e assumir a liderança das soluções farão a diferença.

Para quem busca recolocação no mercado, 2017 cobrará paciência com processos de seleção cada vez mais longos e rigorosos. Novos conceitos do mercado acarretarão na redução de salários, especialmente para cargos mais estratégicos - de 30% a 40%. E não haverá espaço para lamentações. As empresas buscam profissionais qualificados, experientes e que atuem como donos do negócio. Quem chegar "comprando a briga" neste momento poderá ser recompensado logo adiante.