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Vereador do PDT, Monteiro não quer ceder a pressões

Publicada em 05/01/2017.

 

Após presidir a União das Associações de Bairros de Ijuí (Uabi), João Monteiro recebeu 1,5 mil votos e foi eleito vereador nas últimas eleições. Com a bandeira da defesa dos interesses dos bairros da cidade, Monteiro chega à Câmara anunciando uma postura de independência, apesar de integrar a maior bancada do Parlamento, a do PDT, que costuma comandar as ações dentro do Legislativo.
"Foi um trabalho comunitário de 27 anos que resultou no meu mandato. Tenho uma experiência nesse trabalho com bairros e também com comunidades do interior, e isso vai me ajudar a ter força na hora das votações. Acho que um vereador não pode ir pela maioria, precisa ser dono do voto. Quando for decidir sobre algum projeto, tenho que saber se isso vai beneficiar algumas pessoas ou a maioria da comunidade. Não vou entrar nesse barco de pressão para votar para lado A ou B, vou votar de acordo com o interesse de todos", disse no dia de sua posse como vereador.
Ontem, em entrevista ao Grupo JM, Monteiro falou sobre um episódio que marcou sua primeira sessão como parlamentar, ocorrida na última segunda-feira. Ao final da leitura da pauta de votações, o presidente da Câmara, Marildo Kronbauer (PDT), encerrou a sessão sem que nenhum vereador pudesse discursar na tribuna, o que deixou o vereador Monteiro insatisfeito, pois ele queria falar aos cidadãos que acompanhavam a sessão. A alegação para o encerramento dos trabalhos foi a de que nenhum vereador tinha se inscrito para falar na tribuna. "Não posso perguntar individualmente a cada um se desejam ou não falar. Todos estão eleitos há três meses, já deveriam conhecer pelo menos um pouco sobre o Regimento Interno", justificou o presidente após o fim da sessão.
O vereador João Monteiro afirmou que não havia sido orientado sobre a necessidade da inscrição. "Não houve comunicação, os vereadores novos que entraram ainda estavam ontem tentando achar informações dentro da Casa. Faltou orientação por parte da própria Câmara, tudo que soubemos sobre os trabalhos foi através de vereadores mais antigos. Acho que é preciso ter essa orientação aos vereadores", disse.

Após presidir a União das Associações de Bairros de Ijuí (Uabi), João Monteiro recebeu 1,5 mil votos e foi eleito vereador nas últimas eleições. Com a bandeira da defesa dos interesses dos bairros da cidade, Monteiro chega à Câmara anunciando uma postura de independência, apesar de integrar a maior bancada do Parlamento, a do PDT, que costuma comandar as ações dentro do Legislativo.

"Foi um trabalho comunitário de 27 anos que resultou no meu mandato. Tenho uma experiência nesse trabalho com bairros e também com comunidades do interior, e isso vai me ajudar a ter força na hora das votações. Acho que um vereador não pode ir pela maioria, precisa ser dono do voto. Quando for decidir sobre algum projeto, tenho que saber se isso vai beneficiar algumas pessoas ou a maioria da comunidade. Não vou entrar nesse barco de pressão para votar para lado A ou B, vou votar de acordo com o interesse de todos", disse no dia de sua posse como vereador.

Ontem, em entrevista ao Grupo JM, Monteiro falou sobre um episódio que marcou sua primeira sessão como parlamentar, ocorrida na última segunda-feira. Ao final da leitura da pauta de votações, o presidente da Câmara, Marildo Kronbauer (PDT), encerrou a sessão sem que nenhum vereador pudesse discursar na tribuna, o que deixou o vereador Monteiro insatisfeito, pois ele queria falar aos cidadãos que acompanhavam a sessão. A alegação para o encerramento dos trabalhos foi a de que nenhum vereador tinha se inscrito para falar na tribuna. "Não posso perguntar individualmente a cada um se desejam ou não falar. Todos estão eleitos há três meses, já deveriam conhecer pelo menos um pouco sobre o Regimento Interno", justificou o presidente após o fim da sessão.

O vereador João Monteiro afirmou que não havia sido orientado sobre a necessidade da inscrição. "Não houve comunicação, os vereadores novos que entraram ainda estavam ontem tentando achar informações dentro da Casa. Faltou orientação por parte da própria Câmara, tudo que soubemos sobre os trabalhos foi através de vereadores mais antigos. Acho que é preciso ter essa orientação aos vereadores", disse.