\\ JORNAL DA MANHÃ \ Política

Pezzeta vê 'condenação prévia' após denúncia

Publicada em 05/01/2017.

 

No dia 18 de outubro, o Ministério Público Eleitoral de Ijuí deflagrou a operação Caixa de Pandora, que cumpriu 11 mandados de busca e apreensão com o objetivo de investigar denúncias de compras de votos nas eleições municipais.
Um dos alvos da operação, o vereador Claudiomiro Pezzeta (PDT) se manteve em silêncio sobre o caso, mesmo após a segunda fase da operação, e o consequente processo protocolado pelo MP contra ele na Justiça Eleitoral por corrupção. Mesmo sem falar especificamente sobre as denúncias, por orientação de seus advogados Pezzeta lamentou ontem, em entrevista ao Grupo JM, o fato de estar sofrendo retaliações mesmo com o processo em curso.
"A única coisa que quero é que a justiça seja feita e que a verdade seja esclarecida. Muitos já estão me julgando desde outubro, e o que peço à comunidade é que não façam julgamento sem saber das coisas, não promovam uma condenação prévia. Vamos esperar a Justiça esclarecer tudo", argumenta o parlamentar. 
Pezzeta recebeu diploma de vereador no dia 15 de dezembro, dois dias depois de a Justiça Eleitoral negar um pedido feito pelo MP para suspender a diplomação do parlamentar em função da contundência das denúncias de corrupção eleitoral contra ele. Apesar da diplomação, Claudiomiro Pezzeta teve suas contas de campanha reprovadas pela Justiça, que alegou incompatibilidade entre os valores declarados e valores supostamente gastos pelo parlamentar com combustíveis durante a campanha.
As evidências que sustentam a reprovação foram as mesmas recolhidas pela operação Caixa de Pandora, que acusam o vereador de trocar votos por vales-combustíveis, além de promover jantares para eleitores durante o pleito de 2016.
"O ônus da prova é de quem acusa, então o Ministério Público está fazendo seu trabalho, vai ter que apresentar as provas de todas essas acusações", se limitou a declarar o vereador sobre as evidências contra ele.
Segundo Pezzeta, sua vida foi 'passada a limpo' pela investigação. "O que queria deixar claro à comunidade é que tive minha vida praticamente passada a limpo. Tive quebra de sigilo bancário, de sigilo telefônico, de sigilo virtual, e minha casa sofreu busca e apreensão. Eu sempre digo que gostaria que todos os candidatos a vereador passassem por isso para vermos quantos iriam sobrar. Eu vou sobrar", argumenta.

No dia 18 de outubro, o Ministério Público Eleitoral de Ijuí deflagrou a operação Caixa de Pandora, que cumpriu 11 mandados de busca e apreensão com o objetivo de investigar denúncias de compras de votos nas eleições municipais.

Um dos alvos da operação, o vereador Claudiomiro Pezzeta (PDT) se manteve em silêncio sobre o caso, mesmo após a segunda fase da operação, e o consequente processo protocolado pelo MP contra ele na Justiça Eleitoral por corrupção. Mesmo sem falar especificamente sobre as denúncias, por orientação de seus advogados Pezzeta lamentou ontem, em entrevista ao Grupo JM, o fato de estar sofrendo retaliações mesmo com o processo em curso.

"A única coisa que quero é que a justiça seja feita e que a verdade seja esclarecida. Muitos já estão me julgando desde outubro, e o que peço à comunidade é que não façam julgamento sem saber das coisas, não promovam uma condenação prévia. Vamos esperar a Justiça esclarecer tudo", argumenta o parlamentar. 

Pezzeta recebeu diploma de vereador no dia 15 de dezembro, dois dias depois de a Justiça Eleitoral negar um pedido feito pelo MP para suspender a diplomação do parlamentar em função da contundência das denúncias de corrupção eleitoral contra ele. Apesar da diplomação, Claudiomiro Pezzeta teve suas contas de campanha reprovadas pela Justiça, que alegou incompatibilidade entre os valores declarados e valores supostamente gastos pelo parlamentar com combustíveis durante a campanha.

As evidências que sustentam a reprovação foram as mesmas recolhidas pela operação Caixa de Pandora, que acusam o vereador de trocar votos por vales-combustíveis, além de promover jantares para eleitores durante o pleito de 2016.

"O ônus da prova é de quem acusa, então o Ministério Público está fazendo seu trabalho, vai ter que apresentar as provas de todas essas acusações", se limitou a declarar o vereador sobre as evidências contra ele.

Segundo Pezzeta, sua vida foi 'passada a limpo' pela investigação. "O que queria deixar claro à comunidade é que tive minha vida praticamente passada a limpo. Tive quebra de sigilo bancário, de sigilo telefônico, de sigilo virtual, e minha casa sofreu busca e apreensão. Eu sempre digo que gostaria que todos os candidatos a vereador passassem por isso para vermos quantos iriam sobrar. Eu vou sobrar", argumenta.