\\ JORNAL DA MANHÃ \ Artigo

A economia pirata

Publicada em 05/01/2017.

 

Dezembro chegou no calendário de 2016. Festejamos o Natal, com o aumento dos ambulantes nas ruas. Como é do conhecimento geral, muitos são informais e ofertam produtos falsificados nos principais endereços de comércio popular da capital gaúcha e do País. Com a economia brasileira em queda, este ano devemos observar um número maior de presentes pirateados na principal data festiva cristã. Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou a sétima retração seguida do Produto Interno Bruto (PIB). Por enquanto, permanecemos sem previsão ou perspectiva para a tão desejada retomada do crescimento no País. Um desafio e tanto para a equipe econômica dos governos nacional e estadual. Este último com uma série de medidas para não decretar, de vez, a ruína das contas do Rio Grande do Sul.
Em função da conjuntura, DVDs, Cds, roupas, calçados, bolsas, tênis, brinquedos, óculos, equipamentos eletrônicos e relógios fabricados ou distribuídos ilegalmente parecem, aos "olhos" do consumidor, ser a salvação dos Papais Noéis distribuídos entre o Norte e o Sul do Brasil. Segundo dados levantados pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), em parceria com o instituto de pesquisa Ipsos, três em cada 10 brasileiros confirmam que consomem produtos piratas. Em tempos de altos índices de desemprego e busca por preços mais atrativos para o bolso, o consumidor acaba fomentando o crime organizado, como o narcotráfico. Na lista da "contravenção indireta" também lesa a arrecadação de tributos, contribui para o rombo financeiro dos cofres públicos e para as tão amargas demissões no País. Alimenta um círculo vicioso e ainda corre graves riscos ao desconsiderar a qualidade e a originalidade quando adquire mercadorias ilegais.
Os prejuízos são bilionários, mas os investimentos nos registros de marcas e patentes para a proteção legal dos produtos são um instrumento para começar a reverter este cenário. 

Dezembro chegou no calendário de 2016. Festejamos o Natal, com o aumento dos ambulantes nas ruas. Como é do conhecimento geral, muitos são informais e ofertam produtos falsificados nos principais endereços de comércio popular da capital gaúcha e do País. Com a economia brasileira em queda, este ano devemos observar um número maior de presentes pirateados na principal data festiva cristã. Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou a sétima retração seguida do Produto Interno Bruto (PIB). Por enquanto, permanecemos sem previsão ou perspectiva para a tão desejada retomada do crescimento no País. Um desafio e tanto para a equipe econômica dos governos nacional e estadual. Este último com uma série de medidas para não decretar, de vez, a ruína das contas do Rio Grande do Sul.

Em função da conjuntura, DVDs, Cds, roupas, calçados, bolsas, tênis, brinquedos, óculos, equipamentos eletrônicos e relógios fabricados ou distribuídos ilegalmente parecem, aos "olhos" do consumidor, ser a salvação dos Papais Noéis distribuídos entre o Norte e o Sul do Brasil. Segundo dados levantados pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), em parceria com o instituto de pesquisa Ipsos, três em cada 10 brasileiros confirmam que consomem produtos piratas. Em tempos de altos índices de desemprego e busca por preços mais atrativos para o bolso, o consumidor acaba fomentando o crime organizado, como o narcotráfico. Na lista da "contravenção indireta" também lesa a arrecadação de tributos, contribui para o rombo financeiro dos cofres públicos e para as tão amargas demissões no País. Alimenta um círculo vicioso e ainda corre graves riscos ao desconsiderar a qualidade e a originalidade quando adquire mercadorias ilegais.

Os prejuízos são bilionários, mas os investimentos nos registros de marcas e patentes para a proteção legal dos produtos são um instrumento para começar a reverter este cenário.