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LDO é apresentada em audiência pública

Secretário da Fazenda confirmou orçamento de R$ 360 milhões para 2017
Secretário da Fazenda confirmou orçamento de R$ 360 milhões para 2017
Publicada em 16/12/2016.

 

Foi realizada ontem, na Câmara de Vereadores, uma audiência Pública para apresentação do orçamento do próximo ano do Município. A chamada Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi apresentada pelo secretário da Fazenda e do Planejamento Irani Basso. "Hoje o Executivo foi convidado para apresentar à comunidade o orçamento do município para 2017 para que a Câmara possa ouvir as demandas da população e entidades representadas aqui para  aperfeiçoar o orçamento", disse.
Segundo Irani, o orçamento é consolidado envolvendo a Câmara de Vereadores, a prefeitura, o Demei Geração, Demei Distribuição, o Previjuí e o Demasi. "Esses setores formam o poder público municipal e têm uma projeção para o próximo ano de receita em torno de R$ 360 milhões, sendo para a administração direta que é a Câmara e a prefeitura R$ 202 milhões, enquanto a diferença desses valores compõem os demais orçamentos. 
Dentro do valor total, o secretário destaca que estão contabilizadas as despesas de folha e encargos, da manutenção e também dos investimentos. "Evidente que as demandas são bem maiores que o valor, mas como a expectativa de receita não passa de R$ 360 milhões, nós temos que adequar as demandas a essa quantia", disse destacando que se durante o exercício de 2017 a receita se comportar de forma positiva, a mais do que está sendo estimada as despesas poderão ser ampliadas. "A tendência é de que aconteça o contrário, ou seja, essa receita estimada, dificilmente se realizará porque os indicativos da economia brasileira para 2017 continuam sendo com um PIB negativo", avalia.
No caso de que haja queda na receita, mesmo com o orçamento aprovado, em janeiro, a próxima gestão deverá enviar medidas cautelares fazendo o contigenciamento dentro daquela expectativa de receita mais realista. "A gente hoje não tem condições de prever isso, mas certamente a próxima administração vai ter que ter elementos suficientes para fazer os cortes necessários para evitar o endividamento do município".
Já quanto ao ano de 2016, Irani afirma que o orçamento deve ser fechado em torno de 4,5% a 5% a menos. "Isso já ocorreu em 2015 e se repete agora. Dentro dessa escalada, provavelmente 2017 não será diferente".
Após a presentação do orçamento, o secretário explica que o orçamento poderá passar por alguma modificação, caso necessário,  sob forma de emendas dos vereadores. "O que não pode ocorrer é ampliar o orçamento, poderá haver remanejamentos", concluiu.

Foi realizada ontem, na Câmara de Vereadores, uma audiência Pública para apresentação do orçamento do próximo ano do Município. A chamada Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi apresentada pelo secretário da Fazenda e do Planejamento Irani Basso. "Hoje o Executivo foi convidado para apresentar à comunidade o orçamento do município para 2017 para que a Câmara possa ouvir as demandas da população e entidades representadas aqui para  aperfeiçoar o orçamento", disse.

Segundo Irani, o orçamento é consolidado envolvendo a Câmara de Vereadores, a prefeitura, o Demei Geração, Demei Distribuição, o Previjuí e o Demasi. "Esses setores formam o poder público municipal e têm uma projeção para o próximo ano de receita em torno de R$ 360 milhões, sendo para a administração direta que é a Câmara e a prefeitura R$ 202 milhões, enquanto a diferença desses valores compõem os demais orçamentos. 

Dentro do valor total, o secretário destaca que estão contabilizadas as despesas de folha e encargos, da manutenção e também dos investimentos. "Evidente que as demandas são bem maiores que o valor, mas como a expectativa de receita não passa de R$ 360 milhões, nós temos que adequar as demandas a essa quantia", disse destacando que se durante o exercício de 2017 a receita se comportar de forma positiva, a mais do que está sendo estimada as despesas poderão ser ampliadas. "A tendência é de que aconteça o contrário, ou seja, essa receita estimada, dificilmente se realizará porque os indicativos da economia brasileira para 2017 continuam sendo com um PIB negativo", avalia.

No caso de que haja queda na receita, mesmo com o orçamento aprovado, em janeiro, a próxima gestão deverá enviar medidas cautelares fazendo o contigenciamento dentro daquela expectativa de receita mais realista. "A gente hoje não tem condições de prever isso, mas certamente a próxima administração vai ter que ter elementos suficientes para fazer os cortes necessários para evitar o endividamento do município".

Já quanto ao ano de 2016, Irani afirma que o orçamento deve ser fechado em torno de 4,5% a 5% a menos. "Isso já ocorreu em 2015 e se repete agora. Dentro dessa escalada, provavelmente 2017 não será diferente".

Após a presentação do orçamento, o secretário explica que o orçamento poderá passar por alguma modificação, caso necessário,  sob forma de emendas dos vereadores. "O que não pode ocorrer é ampliar o orçamento, poderá haver remanejamentos", concluiu.