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Governo anuncia pacote de medidas econômicas

Michel Temer anunciou, junto a ministros, medidas para estimular economia
Michel Temer anunciou, junto a ministros, medidas para estimular economia
Publicada em 16/12/2016.

 

Em meio à recessão econômica e à crise política, desencadeada com depoimento que o ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho enviou ao Ministério Público, o governo federal anunciou ontem um pacote de medidas para tentar aumentar a produtividade das empresas, desburocratizar procedimentos, estimular o nível de atividade na economia brasileira e a geração de empregos.
"São medidas que foram estudadas e pensadas pela área econômica do governo também para aumentar a produtividade do país e em consequência combater o desemprego (...) Dissemos que em um determinado momento iríamos trazer medidas que ativassem a economia", disse o presidente Michel Temer. 
De acordo com o presidente da República, o governo também anunciou que quer desburocratizar a atividade econômica. "Uma simplifcação extraordinária para as empresas realizarem pagamentos tranbalhistas e tributários. Vai dimiuir o tempo excessivo para as empresas preencherem formulários. Toda a simplificação possível das obrigações públicas em relação a essa burocracia", declarou ele. Michel Temer também anunciou uma medida que ele chamou de "diferenciação" de preços para diferentes meios de pagamentos (cartão de crédito, dinheiro ou cheque, por exemplo). "Hoje há uma queixa muito grande de quando alguém vai a uma loja porque não pode receber desconto se pagar com cartão de crédito. Se pagar com dinheiro ou cheque recebe", afirmou ele.
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicou que a proposta, a ser implementada por meio de Medida Provisória, vai permitir que os comerciantes concedam descontos, por exemplo, para pagamentos à vista, algo que ele avaliou que já acontece atualmente, mesmo sendo proibido.
De acordo com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o governo também está propondo criação da duplicata eletrônica com o objetivo de reduzir o chamado "spread" dos bancos.

Em meio à recessão econômica e à crise política, desencadeada com depoimento que o ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho enviou ao Ministério Público, o governo federal anunciou ontem um pacote de medidas para tentar aumentar a produtividade das empresas, desburocratizar procedimentos, estimular o nível de atividade na economia brasileira e a geração de empregos.

"São medidas que foram estudadas e pensadas pela área econômica do governo também para aumentar a produtividade do país e em consequência combater o desemprego (...) Dissemos que em um determinado momento iríamos trazer medidas que ativassem a economia", disse o presidente Michel Temer. 

De acordo com o presidente da República, o governo também anunciou que quer desburocratizar a atividade econômica. "Uma simplifcação extraordinária para as empresas realizarem pagamentos tranbalhistas e tributários. Vai dimiuir o tempo excessivo para as empresas preencherem formulários. Toda a simplificação possível das obrigações públicas em relação a essa burocracia", declarou ele. Michel Temer também anunciou uma medida que ele chamou de "diferenciação" de preços para diferentes meios de pagamentos (cartão de crédito, dinheiro ou cheque, por exemplo). "Hoje há uma queixa muito grande de quando alguém vai a uma loja porque não pode receber desconto se pagar com cartão de crédito. Se pagar com dinheiro ou cheque recebe", afirmou ele.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicou que a proposta, a ser implementada por meio de Medida Provisória, vai permitir que os comerciantes concedam descontos, por exemplo, para pagamentos à vista, algo que ele avaliou que já acontece atualmente, mesmo sendo proibido.

De acordo com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o governo também está propondo criação da duplicata eletrônica com o objetivo de reduzir o chamado "spread" dos bancos.