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Moradores solicitam redutor de velocidade

Publicada em 14/12/2016.

 

Na Rua Sepé Tiaraju, cruzamento com a Rua Maranhão, no bairro Glória, a alta velocidade dos condutores está deixando a comunidade apreensiva em relação ao risco de acidentes na via. A população conta que já fez diversos pedidos para instalação de um redutor de velocidade, mas, até agora, nada foi feito.
“A preocupação é com a alta velocidade dos carros quando vão à Perimetral, ou em direção ao Centro, e essa é um dos acessos ao Colégio Anita, então nos preocupamos com as crianças e os idosos que passam por essa rua”, conta a moradora Elenir Seifert, acrescentado que uma lombada resolveria o problema. “Porque passam em alta velocidade e não têm cuidado nenhum.”
Já o morador Ivo Martins relata que a situação é extremamente preocupante. “Já deu quatro acidentes, mas graças a Deus não foi grave. As pessoas não respeitam”, acentua. “Faz quase um ano que vieram aqui, mediram, e nunca mais apareceram. É uma necessidade, antes que dê um acidente grave e mate alguém.”
Ele reclama que em outros locais, há mais de uma lombada na mesma via, já em outros pontos que também necessitam, nenhuma providência é tomada. “Quando alguém morrer aqui eles vão lembrar”, dispara.

Na Rua Sepé Tiaraju, cruzamento com a Rua Maranhão, no bairro Glória, a alta velocidade dos condutores está deixando a comunidade apreensiva em relação ao risco de acidentes na via. A população conta que já fez diversos pedidos para instalação de um redutor de velocidade, mas, até agora, nada foi feito.

“A preocupação é com a alta velocidade dos carros quando vão à Perimetral, ou em direção ao Centro, e essa é um dos acessos ao Colégio Anita, então nos preocupamos com as crianças e os idosos que passam por essa rua”, conta a moradora Elenir Seifert, acrescentado que uma lombada resolveria o problema. “Porque passam em alta velocidade e não têm cuidado nenhum.”

Já o morador Ivo Martins relata que a situação é extremamente preocupante. “Já deu quatro acidentes, mas graças a Deus não foi grave. As pessoas não respeitam”, acentua. “Faz quase um ano que vieram aqui, mediram, e nunca mais apareceram. É uma necessidade, antes que dê um acidente grave e mate alguém.”

Ele reclama que em outros locais, há mais de uma lombada na mesma via, já em outros pontos que também necessitam, nenhuma providência é tomada. “Quando alguém morrer aqui eles vão lembrar”, dispara.