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Fecomércio debate sobre comércio ilegal

Dirigentes da Fecomércio buscaram mobilizar os deputados para o enfrentamento do comércio ilegal
Dirigentes da Fecomércio buscaram mobilizar os deputados para o enfrentamento do comércio ilegal
Publicada em 13/12/2016.

 

O enfrentamento ao comércio ilegal, que movimentou R$ 61 bilhões no Rio Grande do Sul em 2015, foi o tema abordado, ontem, pelo vice-presidente da Fecomércio, André Roncatto, em reunião do Grupo Especial de Acompanhamento de Debates (Gead) sobre combate à informalidade, contrabando e pirataria, atividade do Fórum Democrático de Desenvolvimento da Assembleia Legislativa. A Carta de Intenções aprovada pelo grupo, solicitando a parceria da Assembleia no combate à informalidade, será encaminhada à presidente, deputada Silvana Covatti (PP).
 Conduzida pelo diretor do Fórum, Amilton Machado, a reunião contou com a participação do vice-presidente da Fecomércio, Itamar Tadeu Barbosa, dirigentes do Sindiótica, representantes da OAB/Canoas, da prefeitura de Estância Velha e Capela de Santana, o vereador eleito Adeli Sell (PT/Porto Alegre), e grupo técnico da Fecomércio.
 André Roncatto, que também é presidente do Sindiótica, mostrou a mobilização de 112 sindicatos da base da Fecomércio empenhados para enfrentar o problema, que invade as residências por meio de produtos ilegais que vão dos óculos de sol aos medicamentos, desinfetantes clandestinos, calçados falsificados e peças de veículos. No ramo ótico, 60% do comércio de óculos de proteção solar é dominado pelo comércio ilegal. No contrabando, que absorveu R$ 115 bilhões em 2015 no país, o cigarro é o líder das vendas irregulares, 67,44%, seguido pelos produtos eletrônicos, 15,42%; informática, 5,04%; e medicamentos, 0,85%. A lista de produtos vendidos na ilegalidade registra ainda perfumes, relógios, vestuário, bebidas, brinquedos e óculos de grau. 
 Conforme o dirigente da Fecomércio, diversas ações vêm sendo realizadas, tanto em Porto Alegre quanto no interior, para enfrentar essa questão. Vídeos, cartilha informativa para escolas, audiências públicas, contribuição com textos de projeto de lei na Câmara Federal, e até mesmo um aplicativo para denúncias constituem as ferramentas da entidade para alcançar não só as entidades privadas mas os agentes públicos. Foi com este intuito que a Carta de Intenções endereçada à presidente Silvana Covatti solicita parceria e empenho da Assembleia na luta contra a informalidade.
 O outro tema, Inovação e Empreendedorismo, foi apresentado pelo coordenador-geral de Promoção de Investimentos Estrangeiros do Ministério da Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, Evaldo da Silva Júnior. 

O enfrentamento ao comércio ilegal, que movimentou R$ 61 bilhões no Rio Grande do Sul em 2015, foi o tema abordado, ontem, pelo vice-presidente da Fecomércio, André Roncatto, em reunião do Grupo Especial de Acompanhamento de Debates (Gead) sobre combate à informalidade, contrabando e pirataria, atividade do Fórum Democrático de Desenvolvimento da Assembleia Legislativa. A Carta de Intenções aprovada pelo grupo, solicitando a parceria da Assembleia no combate à informalidade, será encaminhada à presidente, deputada Silvana Covatti (PP).

 Conduzida pelo diretor do Fórum, Amilton Machado, a reunião contou com a participação do vice-presidente da Fecomércio, Itamar Tadeu Barbosa, dirigentes do Sindiótica, representantes da OAB/Canoas, da prefeitura de Estância Velha e Capela de Santana, o vereador eleito Adeli Sell (PT/Porto Alegre), e grupo técnico da Fecomércio.

 André Roncatto, que também é presidente do Sindiótica, mostrou a mobilização de 112 sindicatos da base da Fecomércio empenhados para enfrentar o problema, que invade as residências por meio de produtos ilegais que vão dos óculos de sol aos medicamentos, desinfetantes clandestinos, calçados falsificados e peças de veículos. No ramo ótico, 60% do comércio de óculos de proteção solar é dominado pelo comércio ilegal. No contrabando, que absorveu R$ 115 bilhões em 2015 no país, o cigarro é o líder das vendas irregulares, 67,44%, seguido pelos produtos eletrônicos, 15,42%; informática, 5,04%; e medicamentos, 0,85%. A lista de produtos vendidos na ilegalidade registra ainda perfumes, relógios, vestuário, bebidas, brinquedos e óculos de grau. 

 Conforme o dirigente da Fecomércio, diversas ações vêm sendo realizadas, tanto em Porto Alegre quanto no interior, para enfrentar essa questão. Vídeos, cartilha informativa para escolas, audiências públicas, contribuição com textos de projeto de lei na Câmara Federal, e até mesmo um aplicativo para denúncias constituem as ferramentas da entidade para alcançar não só as entidades privadas mas os agentes públicos. Foi com este intuito que a Carta de Intenções endereçada à presidente Silvana Covatti solicita parceria e empenho da Assembleia na luta contra a informalidade.

 O outro tema, Inovação e Empreendedorismo, foi apresentado pelo coordenador-geral de Promoção de Investimentos Estrangeiros do Ministério da Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, Evaldo da Silva Júnior.