\\ JORNAL DA MANHÃ \ Saúde

Hospitais solicitam leitos ao Estado

Luis Carlos Coronel
Luis Carlos Coronel
Publicada em 09/12/2016.

 

Hoje, Ijuí sedia encontro macrorregional das Missões, envolvendo a 9ª, 12ª, 14ª e 17ª coordenadorias regionais de Saúde, a partir das 13h30, com intuito de apresentar a rede em saúde mental da região para o coordenador estadual de Saúde Mental, Luis Carlos Coronel. Logo após, serão realizadas visitas aos hospitais. Muito esperada, a visita do coordenador a essa região tem o objetivo de apresentar o trabalho realizado na rede e os serviços disponibilizados, identificando as potencialidades e onde há necessidade de mais investimentos, além de promover aproximação entre os profissionais da macrorregional missioneira.
A coordenadora de Saúde Mental da 17ª CRS, Loureliz Scherer, destaca que um dos pontos positivos é que a rede trabalhou as questões pertinentes à saúde mental, por meio da realização de reuniões com as equipes, principalmente relacionadas a casos de difícil manejo, na busca por uma linha de cuidado para pacientes que necessitaram de internação visando o êxito no tratamento.
Por outro lado, ainda há o que avançar em relação ao Núcleo de Apoio à Atenção Básica (NAAB) em alguns locais, considerando que, pelo menos, 11 municípios da região de abrangência da 17ª CRS não têm um Centro de Atendimento Psicossocial ou outros dispositivos. Por este motivo, a Coordenadoria realizou rodízios para trabalhar questões como o Plano Terapêutico Singular, que realmente pode ter uma evolução no caso do paciente, e o Apoio Matricial. “É na atenção básica que o paciente chegará primeiro, ali, é realizada adequação de seu tratamento para onde deve ser encaminhado de maneira correta, para poder dar sequência a seu tratamento”, conta Loureliz.
Ao longo de 2016, também foi abordado com frequência o tema do suicídio e a importância de não deixar de falar sobre assunto em casa, nas escolas, nas empresas e na sociedade em geral. Com isso, a Coordenadoria apresentou o Centro de Valorização da Vida (CVV) e a possibilidade de ter uma unidade em Ijuí. Loreliz comenta que a intenção é de que em 2017, esse assunto seja falado o ano todo e não apenas ao Setembro Amarelo, dedicado à prevenção ao suicídio.
Mas, um índice preocupante está relacionado ao uso de álcool e drogas no Município. “Temos percebido que de cinco pessoas que pedem internações quatro são usuárias de álcool e drogas, então precisamos trabalhar principalmente a prevenção, Esse é um dos pontos que estaremos trabalhando em 2017”, conta. Para isso, serão mantidas as ações do Comitê de Prevenção à Violência nas Escolas (Copeves).
Por fim, Loureliz revela um dos motivos principais da visita do coordenador estadual à macrorregião missioneira. O Hospital de Caridade de Ijuí (HCI) não tem incentivo do governo do Estado para leitos em saúde mental, realizando apenas o atendimento emergencial, e, portanto, solicita leitos. Já o Hospital Bom Pastor solicitou a ampliação no número de leitos. “Vamos visitar esses hospitais para ver a possibilidade de vir esses leitos, que são importantes, porque a nossa regional conta com esse serviço importante, porque a internação deve ser o último recurso no tratamento, mas, às vezes, ela é necessária”, explica.

Hoje, Ijuí sedia encontro macrorregional das Missões, envolvendo a 9ª, 12ª, 14ª e 17ª coordenadorias regionais de Saúde, a partir das 13h30, com intuito de apresentar a rede em saúde mental da região para o coordenador estadual de Saúde Mental, Luis Carlos Coronel. Logo após, serão realizadas visitas aos hospitais. Muito esperada, a visita do coordenador a essa região tem o objetivo de apresentar o trabalho realizado na rede e os serviços disponibilizados, identificando as potencialidades e onde há necessidade de mais investimentos, além de promover aproximação entre os profissionais da macrorregional missioneira.

A coordenadora de Saúde Mental da 17ª CRS, Loureliz Scherer, destaca que um dos pontos positivos é que a rede trabalhou as questões pertinentes à saúde mental, por meio da realização de reuniões com as equipes, principalmente relacionadas a casos de difícil manejo, na busca por uma linha de cuidado para pacientes que necessitaram de internação visando o êxito no tratamento.

Por outro lado, ainda há o que avançar em relação ao Núcleo de Apoio à Atenção Básica (NAAB) em alguns locais, considerando que, pelo menos, 11 municípios da região de abrangência da 17ª CRS não têm um Centro de Atendimento Psicossocial ou outros dispositivos. Por este motivo, a Coordenadoria realizou rodízios para trabalhar questões como o Plano Terapêutico Singular, que realmente pode ter uma evolução no caso do paciente, e o Apoio Matricial. “É na atenção básica que o paciente chegará primeiro, ali, é realizada adequação de seu tratamento para onde deve ser encaminhado de maneira correta, para poder dar sequência a seu tratamento”, conta Loureliz.

Ao longo de 2016, também foi abordado com frequência o tema do suicídio e a importância de não deixar de falar sobre assunto em casa, nas escolas, nas empresas e na sociedade em geral. Com isso, a Coordenadoria apresentou o Centro de Valorização da Vida (CVV) e a possibilidade de ter uma unidade em Ijuí. Loreliz comenta que a intenção é de que em 2017, esse assunto seja falado o ano todo e não apenas ao Setembro Amarelo, dedicado à prevenção ao suicídio.

Mas, um índice preocupante está relacionado ao uso de álcool e drogas no Município. “Temos percebido que de cinco pessoas que pedem internações quatro são usuárias de álcool e drogas, então precisamos trabalhar principalmente a prevenção, Esse é um dos pontos que estaremos trabalhando em 2017”, conta. Para isso, serão mantidas as ações do Comitê de Prevenção à Violência nas Escolas (Copeves).

Por fim, Loureliz revela um dos motivos principais da visita do coordenador estadual à macrorregião missioneira. O Hospital de Caridade de Ijuí (HCI) não tem incentivo do governo do Estado para leitos em saúde mental, realizando apenas o atendimento emergencial, e, portanto, solicita leitos. Já o Hospital Bom Pastor solicitou a ampliação no número de leitos. “Vamos visitar esses hospitais para ver a possibilidade de vir esses leitos, que são importantes, porque a nossa regional conta com esse serviço importante, porque a internação deve ser o último recurso no tratamento, mas, às vezes, ela é necessária”, explica.