\\ JORNAL DA MANHÃ \ Educação

Professores estaduais entram em greve dia 13

Greve foi aprovada em assembleia geral da categoria ontem, em Porto Alegre
Greve foi aprovada em assembleia geral da categoria ontem, em Porto Alegre
Publicada em 09/12/2016.

 

O Cpers Sindicato realizou ontem assembleia geral reunindo professores de todo o Estado em Porto Alegre, onde foi aprovada a proposta para greve a partir do dia 13, que é dia de mobilização estadual. O indicativo da categoria é de que a greve siga até pelo menos a votação do pacote na Assembleia Legislativa das medidas para tentar conter a crise no Estado. A estimativa é de que a votação aconteça até o dia 20, mas não está descartada a possibilidade de convocação extraordinária se não conseguir votar até esta data.
Diretora do 31º Núcleo do Cpers de Ijuí Teresinha Melo participou das assembleias e do ato público dos professores. “Tivemos assembleia deliberativa da categoria onde foi aprovado um calendário de mobilizações e foi aprovada greve a partir do dia 13. A ideia é que a greve dê um respaldo para que os colegas possam ir para Porto Alegre para que façamos a pressão junto aos deputados”.
Ela explica que está previsto um grande ato em Porto Alegre no dia 13 e a partir desse dia reforçar atos nas regionais, e no dia 19 está previsto acampamento fixo na Praça da Matriz, na capital.
Neste sábado, o Cpers estará reunindo um comando de greve no Núcleo para organizar o contato com as escolas para adesão dos professores. “A grande expectativa é que os colegas se liberem, o que vai dar uma retardada na entrega das notas. A maioria das escolas já fez os provões e está aguardando as entregas de notas, que será segurada”, disse destacando que a ideia é uma greve de resistência. “Queremos uma greve forte, unitária, onde todos os servidores públicos se unam para derrubar esse pacote”.
Já quanto à adesão dos professores de Ijuí, Teresinha explica que a ideia é de que façam greve os professores que devem ir a Porto Alegre para participar do movimento.
 Na quarta-feira, os conselheiros do sindicato se reuniram e definiram que, entre as ações, irão cobrar do governo do Estado o cumprimento do calendário de pagamento e publicação das alterações de níveis, reivindicação conquistada na pauta da última greve.

O Cpers Sindicato realizou ontem assembleia geral reunindo professores de todo o Estado em Porto Alegre, onde foi aprovada a proposta para greve a partir do dia 13, que é dia de mobilização estadual. O indicativo da categoria é de que a greve siga até pelo menos a votação do pacote na Assembleia Legislativa das medidas para tentar conter a crise no Estado. A estimativa é de que a votação aconteça até o dia 20, mas não está descartada a possibilidade de convocação extraordinária se não conseguir votar até esta data.

Diretora do 31º Núcleo do Cpers de Ijuí Teresinha Melo participou das assembleias e do ato público dos professores. “Tivemos assembleia deliberativa da categoria onde foi aprovado um calendário de mobilizações e foi aprovada greve a partir do dia 13. A ideia é que a greve dê um respaldo para que os colegas possam ir para Porto Alegre para que façamos a pressão junto aos deputados”.

Ela explica que está previsto um grande ato em Porto Alegre no dia 13 e a partir desse dia reforçar atos nas regionais, e no dia 19 está previsto acampamento fixo na Praça da Matriz, na capital.

Neste sábado, o Cpers estará reunindo um comando de greve no Núcleo para organizar o contato com as escolas para adesão dos professores. “A grande expectativa é que os colegas se liberem, o que vai dar uma retardada na entrega das notas. A maioria das escolas já fez os provões e está aguardando as entregas de notas, que será segurada”, disse destacando que a ideia é uma greve de resistência. “Queremos uma greve forte, unitária, onde todos os servidores públicos se unam para derrubar esse pacote”.

Já quanto à adesão dos professores de Ijuí, Teresinha explica que a ideia é de que façam greve os professores que devem ir a Porto Alegre para participar do movimento.

 Na quarta-feira, os conselheiros do sindicato se reuniram e definiram que, entre as ações, irão cobrar do governo do Estado o cumprimento do calendário de pagamento e publicação das alterações de níveis, reivindicação conquistada na pauta da última greve.