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Cadeirante relata más condições das vias

Lixo depositado no passeio traz transtornos à comunidade
Lixo depositado no passeio traz transtornos à comunidade
Publicada em 08/12/2016.

 

A quantidade de lixo depositada sobre o passeio público obstrui a passagem, no Centro da cidade, principalmente de cadeirantes, como é o caso da moradora do bairro 15 de Novembro, Ângela Maria Antunes, 53 anos, que relata a dificuldade que encontrou na manhã de ontem. No entanto, ela destaca que constantemente se depara com dificuldades em seu deslocamento, impostas pelas más condições das vias e passeios públicos, ou obstruções.
 “Acho horrível, porque qualquer pessoa, não apenas eu, mas também os idosos e outros cadeirantes, para passar aqui não tem como, então terão que ir para a rua, correndo o risco de ser atropelados por um carro”, lamenta Ângela. “Não tenho condições de arredar para passar.”
Em entrevista ao Grupo JM, Ângela afirma ter ficado apavorada ao se deparar com quantidade expressiva de lixo em meio ao passeio público. “Poderiam ter colocado dentro de uma bolsa, ao lado da lixeira”, sugere. “É uma vergonha isso, não é porque somos cadeirantes que temos que passar por essas situações.”
Além disso, ela conta que encontra dificuldades de acesso ao passeio público em outras situações. “Às vezes vou subir em uma rampa, e está toda destruída, tem algumas que são altas e não têm como a cadeira passar”, disse acrescentando que isso faz com que os cadeirantes se locomovam pela rua, dividindo o espaço com os veículos sob constante perigo. “É perigoso de repente acontecer alguma coisa.”

A quantidade de lixo depositada sobre o passeio público obstrui a passagem, no Centro da cidade, principalmente de cadeirantes, como é o caso da moradora do bairro 15 de Novembro, Ângela Maria Antunes, 53 anos, que relata a dificuldade que encontrou na manhã de ontem. No entanto, ela destaca que constantemente se depara com dificuldades em seu deslocamento, impostas pelas más condições das vias e passeios públicos, ou obstruções.

 “Acho horrível, porque qualquer pessoa, não apenas eu, mas também os idosos e outros cadeirantes, para passar aqui não tem como, então terão que ir para a rua, correndo o risco de ser atropelados por um carro”, lamenta Ângela. “Não tenho condições de arredar para passar.”

Em entrevista ao Grupo JM, Ângela afirma ter ficado apavorada ao se deparar com quantidade expressiva de lixo em meio ao passeio público. “Poderiam ter colocado dentro de uma bolsa, ao lado da lixeira”, sugere. “É uma vergonha isso, não é porque somos cadeirantes que temos que passar por essas situações.”

Além disso, ela conta que encontra dificuldades de acesso ao passeio público em outras situações. “Às vezes vou subir em uma rampa, e está toda destruída, tem algumas que são altas e não têm como a cadeira passar”, disse acrescentando que isso faz com que os cadeirantes se locomovam pela rua, dividindo o espaço com os veículos sob constante perigo. “É perigoso de repente acontecer alguma coisa.”