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RS relança campanha de combate ao Aedes aegypti

A SES divulgou os números atuais das doenças transmitidas pelo mosquito
A SES divulgou os números atuais das doenças transmitidas pelo mosquito
Publicada em 06/12/2016.

 

Aos moldes do que ocorreu em 2015, a Secretaria Estadual da Saúde (SES), o Telessaúde e o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul relançaram a campanha #RSContraAedes, a fim de orientar a população e os profissionais da saúde a respeito do mosquito Aedes aegypti e das doenças que ele transmite. Com a chegada do verão, a proliferação do inseto aumenta e, pensando nisso, o Estado colocou à disposição da população o telefone 0800-644-6543, para a população esclarecer dúvidas com médicos e enfermeiros; o site www.rscontraaedes.ufrgs.br, para consultas de informações; e um aplicativo chamado #RSContraAedes, que tem um alerta para verificação de locais de criadouros.
Até a última semana de novembro, a SES confirmou 2.430 casos de Dengue, 69 de febre Chikungunya e 85 de Zika vírus. O número de casos notificados deDengue foi maior em relação a 2015, com o dobro de confirmados. Das 2.430 confirmações em 106 municípios em 2016, 2.154 foram contraídas no Estado.
Para o secretário da Saúde, João Gabbardo dos Reis, "esse é um processo difícil e complicado que exige uma série de tecnologias e especialidades para se fazer avaliação e investigação das causas possíveis de infecção". Gabbardo alertou também para a importância das prefeituras darem continuação às ações de combate ao mosquito, ainda que na troca da administração após as eleições municipais.
O número de casos notificados de Dengue foi maior em relação ao ano passado, com o dobro de casos confirmados. Das 2.430 confirmações em 106 municípios durante o ano de 2016, 2.154 (89%) dos casos foram contraídos no Estado e 182 (7%) importados e 94 (4%) aguardam definição de Local Provável de Infecção (LPI). A maior concentração é na região Noroeste.
A febre Chikungunya, maior preocupação para o Rio Grande do Sul por causa de uma tendência nacional de aumento de casos, teve 69 casos confirmados, dos quais três foram contraídos em Ibirubá, Alegrete e Ijuí.  
Nas infecções por Zika vírus, foram confirmados 85 casos, sendo 44 autóctones, das cidades de Frederico Westphalen, Santa Maria, Ivoti, Rondinha, Novo Hamburgo, Canoas, Porto Alegre, Ijuí, Santo Ângelo e Caxias do Sul.

Aos moldes do que ocorreu em 2015, a Secretaria Estadual da Saúde (SES), o Telessaúde e o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul relançaram a campanha #RSContraAedes, a fim de orientar a população e os profissionais da saúde a respeito do mosquito Aedes aegypti e das doenças que ele transmite. Com a chegada do verão, a proliferação do inseto aumenta e, pensando nisso, o Estado colocou à disposição da população o telefone 0800-644-6543, para a população esclarecer dúvidas com médicos e enfermeiros; o site www.rscontraaedes.ufrgs.br, para consultas de informações; e um aplicativo chamado #RSContraAedes, que tem um alerta para verificação de locais de criadouros.

Até a última semana de novembro, a SES confirmou 2.430 casos de Dengue, 69 de febre Chikungunya e 85 de Zika vírus. O número de casos notificados deDengue foi maior em relação a 2015, com o dobro de confirmados. Das 2.430 confirmações em 106 municípios em 2016, 2.154 foram contraídas no Estado.

Para o secretário da Saúde, João Gabbardo dos Reis, "esse é um processo difícil e complicado que exige uma série de tecnologias e especialidades para se fazer avaliação e investigação das causas possíveis de infecção". Gabbardo alertou também para a importância das prefeituras darem continuação às ações de combate ao mosquito, ainda que na troca da administração após as eleições municipais.

O número de casos notificados de Dengue foi maior em relação ao ano passado, com o dobro de casos confirmados. Das 2.430 confirmações em 106 municípios durante o ano de 2016, 2.154 (89%) dos casos foram contraídos no Estado e 182 (7%) importados e 94 (4%) aguardam definição de Local Provável de Infecção (LPI). A maior concentração é na região Noroeste.

A febre Chikungunya, maior preocupação para o Rio Grande do Sul por causa de uma tendência nacional de aumento de casos, teve 69 casos confirmados, dos quais três foram contraídos em Ibirubá, Alegrete e Ijuí.  

Nas infecções por Zika vírus, foram confirmados 85 casos, sendo 44 autóctones, das cidades de Frederico Westphalen, Santa Maria, Ivoti, Rondinha, Novo Hamburgo, Canoas, Porto Alegre, Ijuí, Santo Ângelo e Caxias do Sul.