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Soja tem mercado internacional favorável

Lavouras de soja em Ijuí estão recém implantadas e com boas perspectivas
Lavouras de soja em Ijuí estão recém implantadas e com boas perspectivas
Publicada em 05/12/2016.

 

O plantio de soja está em fase final no Rio Grande do Sul. Na macrorregião de Ijuí, o plantio que iniciou em novembro tem sido favorecido pelo tempo seco, e cerca de 60% da área projetada já está plantada. Os 45 municípios que compõem a região se configuram na maior área produtora de soja do Rio Grande do Sul, com quase um milhão de hectares projetados para esta temporada, conforme dados da Emater-RS/Ascar.
Somente em Ijuí, a projeção é que a área cultivada tenha um aumento de 30%, superando os 50 mil hectares com a presença da oleaginosa.
Com boas perspectivas de qualidade e produtividade, a soja gaúcha tem boas perspectivas de comercialização. Confirmando o esperado por analistas e consultores de mercado, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago iniciaram a semana em campo positivo e registrando altas de dois dígitos. 
O contrato maio/17, indicativo para os negócios com a safra brasileira, a superar o patamar dos US$ 10,70 por bushel. Com esses ganhos, os preços são os mais altos desde julho. Segundo explicam analistas internacionais, as altas da commodity nesta semana seguem refletindo os já conhecidos fortes números da demanda, bem como as projeções de que sua intensidade permaneça. Além disso, um dólar ligeiramente mais fraco também colabora. Na China, o mercado acionário renovou suas máximas em 11 meses - movimento que vem sendo recorrente nas últimas sessões - e ajuda também a dar suporte ao mercado internacional da soja. Entre as commodities, as que mais avançam nesta segunda são as metálicas, que sobem mais de 1%. O petróleo, por sua vez, recua tanto em Londres, quanto em Nova York. 
Nesta semana, o Departamento de Agricultura dos EUA atualiza alguns números da demanda, trazendo seu novo boletim semanal de embarques de grãos e os números. Os dados, conforme os analistas podem mexer com o andamento das cotações em Chicago.  
E o mercado internacional, paralelamente, segue atento ao comportamento do clima na América do Sul e o impacto que vem exercendo sobre as lavouras da safra 2016/17 de soja, principalmente no Brasil e na Argentina.

O plantio de soja está em fase final no Rio Grande do Sul. Na macrorregião de Ijuí, o plantio que iniciou em novembro tem sido favorecido pelo tempo seco, e cerca de 60% da área projetada já está plantada. Os 45 municípios que compõem a região se configuram na maior área produtora de soja do Rio Grande do Sul, com quase um milhão de hectares projetados para esta temporada, conforme dados da Emater-RS/Ascar.

Somente em Ijuí, a projeção é que a área cultivada tenha um aumento de 30%, superando os 50 mil hectares com a presença da oleaginosa.

Com boas perspectivas de qualidade e produtividade, a soja gaúcha tem boas perspectivas de comercialização. Confirmando o esperado por analistas e consultores de mercado, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago iniciaram a semana em campo positivo e registrando altas de dois dígitos. 

O contrato maio/17, indicativo para os negócios com a safra brasileira, a superar o patamar dos US$ 10,70 por bushel. Com esses ganhos, os preços são os mais altos desde julho. Segundo explicam analistas internacionais, as altas da commodity nesta semana seguem refletindo os já conhecidos fortes números da demanda, bem como as projeções de que sua intensidade permaneça. Além disso, um dólar ligeiramente mais fraco também colabora. Na China, o mercado acionário renovou suas máximas em 11 meses - movimento que vem sendo recorrente nas últimas sessões - e ajuda também a dar suporte ao mercado internacional da soja. Entre as commodities, as que mais avançam nesta segunda são as metálicas, que sobem mais de 1%. O petróleo, por sua vez, recua tanto em Londres, quanto em Nova York. 

Nesta semana, o Departamento de Agricultura dos EUA atualiza alguns números da demanda, trazendo seu novo boletim semanal de embarques de grãos e os números. Os dados, conforme os analistas podem mexer com o andamento das cotações em Chicago.  

E o mercado internacional, paralelamente, segue atento ao comportamento do clima na América do Sul e o impacto que vem exercendo sobre as lavouras da safra 2016/17 de soja, principalmente no Brasil e na Argentina.