\\ JORNAL DA MANHÃ \ Artigo

Estado melhor, saúde melhor

Publicada em 27/10/2016.

 

Em 2015, o governo Sartori recebeu o Estado numa grave situação financeira. A dívida com hospitais, 370 entre públicos e filantrópicos, era de R$ 350 milhões. Tínhamos nas mãos um cenário desfavorável, com recursos minguados e demandas infindáveis. Com planejamento, diminuímos o acumulado dessa dívida para R$ 97 milhões. Já acertamos R$ 253 milhões que nos vieram de herança. Essa verdade precisa ser dita.
Somente neste ano, foram repassados mais de R$ 887,6 milhões aos hospitais, valor superior às transferências do mesmo período em 2014, de R$ 830 milhões. Esse dinheiro garante o acesso da população a especialidades médicas: mais de 11 milhões de atendimentos de média e alta complexidade em 2015.
Mas é preciso seguir. E rever, sobretudo, o jeito de administrar. Resultados jamais mudarão se práticas não mudarem. Agir na prevenção é a cura sem sofrimento. Por isso, apostamos na ampliação da Atenção Básica, serviço que chega a mais de 1,5 milhão de lares. Com 1.905 equipes implantadas, a Estratégia de Saúde da Família está presente em 95% dos municípios. A lógica é simples: a assistência precisa estar perto para que o profissional de saúde compreenda a vida do paciente. Conhecendo bem se pode cuidar melhor.
O Rio Grande do Sul avançou também no número de transplantes. Foram 2.274 procedimentos, recorde em 2015, 10% a mais que no ano anterior. O dado positivo levou o Estado a tornar-se campeão em cirurgias desse tipo, com índices semelhantes aos do Canadá e da Europa: 66,9 transplantes por milhão de habitantes.
A menor taxa de mortalidade infantil da história é outro exemplo de que novas atitudes geram resultados diferentes. E a expansão do programa Primeira Infância Melhor faz parte desta lógica de gestão na Saúde. Funciona em 242 cidades e atende mais de 51 mil famílias, com 8 mil gestantes e 57 mil crianças.
Para a Saúde melhorar, o Estado precisa melhorar. Daí a busca perseverante do governo Sartori pelo equilíbrio financeiro e a reestruturação da máquina pública. O aparato estatal deve estar presente onde sua atuação é essencial. Que se volte menos para si e mais para a sociedade. Não há nada mais importante do que cuidar da vida das pessoas. O Estado existe para isso.
Em 2015, o governo Sartori recebeu o Estado numa grave situação financeira. A dívida com hospitais, 370 entre públicos e filantrópicos, era de R$ 350 milhões. Tínhamos nas mãos um cenário desfavorável, com recursos minguados e demandas infindáveis. Com planejamento, diminuímos o acumulado dessa dívida para R$ 97 milhões. Já acertamos R$ 253 milhões que nos vieram de herança. Essa verdade precisa ser dita.
Somente neste ano, foram repassados mais de R$ 887,6 milhões aos hospitais, valor superior às transferências do mesmo período em 2014, de R$ 830 milhões. Esse dinheiro garante o acesso da população a especialidades médicas: mais de 11 milhões de atendimentos de média e alta complexidade em 2015.
Mas é preciso seguir. E rever, sobretudo, o jeito de administrar. Resultados jamais mudarão se práticas não mudarem. Agir na prevenção é a cura sem sofrimento. Por isso, apostamos na ampliação da Atenção Básica, serviço que chega a mais de 1,5 milhão de lares. Com 1.905 equipes implantadas, a Estratégia de Saúde da Família está presente em 95% dos municípios. A lógica é simples: a assistência precisa estar perto para que o profissional de saúde compreenda a vida do paciente. Conhecendo bem se pode cuidar melhor.
O Rio Grande do Sul avançou também no número de transplantes. Foram 2.274 procedimentos, recorde em 2015, 10% a mais que no ano anterior. O dado positivo levou o Estado a tornar-se campeão em cirurgias desse tipo, com índices semelhantes aos do Canadá e da Europa: 66,9 transplantes por milhão de habitantes.
A menor taxa de mortalidade infantil da história é outro exemplo de que novas atitudes geram resultados diferentes. E a expansão do programa Primeira Infância Melhor faz parte desta lógica de gestão na Saúde. Funciona em 242 cidades e atende mais de 51 mil famílias, com 8 mil gestantes e 57 mil crianças.
Para a Saúde melhorar, o Estado precisa melhorar. Daí a busca perseverante do governo Sartori pelo equilíbrio financeiro e a reestruturação da máquina pública. O aparato estatal deve estar presente onde sua atuação é essencial. Que se volte menos para si e mais para a sociedade. Não há nada mais importante do que cuidar da vida das pessoas. O Estado existe para isso.