\\ JORNAL DA MANHÃ \ COLUNISTA \ Marcelo Blume

Quem pode fazer melhor

Publicada em 30/09/2016.

 

Por força das atividades profissionais, e particulares, tenho circulado em vários municípios do norte/noroeste do RS, oeste e extremo oeste de SC, com reuniões em entidades, aulas em cursos de Pós-gradução, contatos onde circulam os 12 jornais para os quais tenho a honra de escrever semanalmente e as 5 revistas que escrevo mensalmente. Como em todo o país, estas comunidades estão em plena campanha eleitoral, e algumas com particularidades que gostaria de refletir hoje, visto que no domingo temos todos que definir os grupos que vão liderar nossos municípios nos próximos 4  anos.
Por estudar um pouco de desenvolvimento, planejamento e estratégia, gosto de ler, ver e ouvir, sempre que posso e onde vou, o posicionamento de cada grupo que disputa as eleições. Analisar e procurar identificar a estratégia que cada um está utilizando, quem muda e por que muda de estratégia ao longo da campanha, dentre outros movimentos, é um aprendizado constante. Um olhar mais atento identifica logo as estratégias de cada competidor, que na maioria das vezes está dada por força do ambiente instalado e dos próprios adversários assim que definidos os atores da disputa eleitoral. 
A escolha do eleitor é baseada puramente na sua percepção e por isso é possível dizer que a obtenção do voto é fruto do marketing, todo o restante é que é política. A vitória nas eleições vem em parte pelas escolhas de cada chapa e em parte por equívocos das chapas adversárias. Inclusive, convido os amigos leitores a verificarem no próximo domingo a noite, muitos grupos vencedores comemorando uma vitória que se deve mais aos erros dos seus adversários, do que pelos méritos da sua estratégia.
É muito bom ver que algumas comunidades saem fortalecidas de um pleito eleitoral, como deveria ser por princípio, num estado democrático. O lamentável é ouvir/ver candidaturas que deixam de propor formas de fazer melhor do que vem sendo feito as muitas ações que o município precisa e acabam falando tão mal do seu município, que afugentam investimentos, pessoas, iniciativas e junto com eles, a auto-estima da comunidade que ali quer e precisa viver. Pior ainda é quando grupos que ao não vencerem a disputa, anunciam e investem em outros municípios, estimulando outros a fazerem o mesmo, apelando para o quanto é ruim viver e investir naquele lugar. Infelizmente estes grupos esquecem que o município ficará ali, com muitos amigos e familiares que precisam de alguém que consiga mostrar como fazer melhor e não de lideranças que colocam suas mágoas acima do desenvolvimento local. Esquecem também que 4 anos passam rápido e principalmente que aqueles investimentos, pessoas e iniciativas que foram embora, ou que não vieram, seriam bom que estivessem ali quando eles voltarem a vencer outras eleições, tendo aqueles tributos, pessoas e negócios para sustentar as formas de fazer melhor do que o que foi feito até ali. 

Por força das atividades profissionais, e particulares, tenho circulado em vários municípios do norte/noroeste do RS, oeste e extremo oeste de SC, com reuniões em entidades, aulas em cursos de Pós-gradução, contatos onde circulam os 12 jornais para os quais tenho a honra de escrever semanalmente e as 5 revistas que escrevo mensalmente. Como em todo o país, estas comunidades estão em plena campanha eleitoral, e algumas com particularidades que gostaria de refletir hoje, visto que no domingo temos todos que definir os grupos que vão liderar nossos municípios nos próximos 4  anos.

Por estudar um pouco de desenvolvimento, planejamento e estratégia, gosto de ler, ver e ouvir, sempre que posso e onde vou, o posicionamento de cada grupo que disputa as eleições. Analisar e procurar identificar a estratégia que cada um está utilizando, quem muda e por que muda de estratégia ao longo da campanha, dentre outros movimentos, é um aprendizado constante. Um olhar mais atento identifica logo as estratégias de cada competidor, que na maioria das vezes está dada por força do ambiente instalado e dos próprios adversários assim que definidos os atores da disputa eleitoral. 

A escolha do eleitor é baseada puramente na sua percepção e por isso é possível dizer que a obtenção do voto é fruto do marketing, todo o restante é que é política. A vitória nas eleições vem em parte pelas escolhas de cada chapa e em parte por equívocos das chapas adversárias. Inclusive, convido os amigos leitores a verificarem no próximo domingo a noite, muitos grupos vencedores comemorando uma vitória que se deve mais aos erros dos seus adversários, do que pelos méritos da sua estratégia.

É muito bom ver que algumas comunidades saem fortalecidas de um pleito eleitoral, como deveria ser por princípio, num estado democrático. O lamentável é ouvir/ver candidaturas que deixam de propor formas de fazer melhor do que vem sendo feito as muitas ações que o município precisa e acabam falando tão mal do seu município, que afugentam investimentos, pessoas, iniciativas e junto com eles, a auto-estima da comunidade que ali quer e precisa viver. Pior ainda é quando grupos que ao não vencerem a disputa, anunciam e investem em outros municípios, estimulando outros a fazerem o mesmo, apelando para o quanto é ruim viver e investir naquele lugar. Infelizmente estes grupos esquecem que o município ficará ali, com muitos amigos e familiares que precisam de alguém que consiga mostrar como fazer melhor e não de lideranças que colocam suas mágoas acima do desenvolvimento local. Esquecem também que 4 anos passam rápido e principalmente que aqueles investimentos, pessoas e iniciativas que foram embora, ou que não vieram, seriam bom que estivessem ali quando eles voltarem a vencer outras eleições, tendo aqueles tributos, pessoas e negócios para sustentar as formas de fazer melhor do que o que foi feito até ali.