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Hora certa de comer certo

O CSCJ trabalha junto com a família o incentivo aos alunos para consumir lanches saudáveis em todos os níveis de ensino
O CSCJ trabalha junto com a família o incentivo aos alunos para consumir lanches saudáveis em todos os níveis de ensino
Publicada em 19/09/2016.

 

O sinal para o intervalo toca e a pequena Maísa se aproxima do balcão da cantina do Colégio Sagrado Coração de Jesus (CSCJ). Ela pede um refrigerante, mas o atendente lembra que ela pode escolher entre o suco e a água, conforme autorização de seus pais, a aluna concorda e acaba levando seu lanche mais saudável. Flávio Lautério atua há mais de 20 anos na cantina do CSCJ e já conhece a maioria das crianças. “Recebemos muitas orientações dos pais que autorizam o que os filhos podem e o que não podem consumir, aí damos as opções possíveis para que a criança escolha”, explica Flávio.
O horário do recreio nas escolas não é mais um momento de consumir o que a maioria dos pais chamam de “porcarias”. Há um estímulo tanto por parte das escolas, como das próprias famílias para que as crianças tenham, no intervalo, um lanche cada vez mais saudável. Muitos pais optam por mandar o lanche de casa, para conseguir controlar o consumo dos pequenos, mas para os que optam pela compra diária nas cantinas, as escolas oferecem muitas opções saudáveis. “Temos diversos salgados assados para oferecer no lugar da fritura, também sanduíche natural e salada de frutas e sucos naturais. De uns tempos para cá, o consumo desse tipo de lanche, em detrimento de doces e refrigerantes, vem acontecendo”, salienta Flávio.
A professora e coordenadora pedagógica dos Anos Iniciais do CSCJ Claudete Drews explica que a escola sempre busca trabalhar a alimentação saudável, realizando projetos de estudo, palestras com médicos, nutricionistas e pesquisas. “São ações que caminham juntas com atividades em sala de aula, que possibilitam reflexões pelas crianças que terão possibilidade de fazer escolhas por uma alimentação saudável. A escola procura sempre mostrar para as crianças que alimentação saudável faz a diferença em suas vidas e no seu cotidiano, principalmente no futuro”, alerta Claudete.
A coordenadora explica que no CSCJ, o bar da escola é terceirizado, mas há uma orientação nesta questão para procurar oferecer aos alunos variedades  na alimentação saudável. “Somos orientados quanto a alguns produtos, como chiclé e salgadinhos não vendemos no bar”, afirma Flávio, destacando que o hábito das crianças em buscar um lanche mais saudável geralmente vem de casa. A informação é confirmada pela professora Claudete, que explica que hoje, com tantas informações, “as crianças já vêm com uma boa bagagem, pois as famílias e escola trabalham juntas. Em sua maioria, não vemos dificuldade, e sim aceitabilidade muito boa pelas crianças”.
No Ceap, a escola também busca trabalhar a alimentação saudável de maneira integrada, incentivando alunos a consumir um lanche alternativo. “A escola desenvolve um currículo diversificado. Nesse sentido a abordagem relacionada aos hábitos alimentares é uma temática transversal. Com frequência, são proporcionadas a partir de atividades desenvolvidas pelos professores diferentes vivências e experiências relacionadas à alimentação. Um exemplo disso é desenvolvido pela professora de Química, através do estudo dos componentes químicos dos refrigerantes e da ação dos mesmos no organismo, conscientizando os alunos e adolescentes sobre a necessidade de ingestão de água e sucos naturais”, conta a Orientadora Pedagógica da Educação Infantil do Ceap, Deizy Soares.
Já na Na Educação Infantil, Deizy explica que a vivência da alimentação saudável acontece diariamente, quando as crianças são estimuladas pelas professoras a compartilhar e degustar frutas coletivamente, na hora do lanche. “O acompanhamento e orientação em relação aos lanches enviados pela família também é uma prática, no sentido de estimular e contribuir para que possam cuidar, ainda mais, da rotina de alimentação das crianças”.
O mesmo estímulo ao consumo de lanches alternativos é seguido pela cantina do Ceap, que também é terceirizada e recebe orientações da escola. “A cantina da escola oferece frutas, sucos naturais e alimentos assados, por exemplo, os quais propiciam que os alunos possam fazer escolhas alimentares mais saudáveis”. Para Ane Clélia Queiroz, que há 12 anos atende na cantina do Ceap, é perceptível que de alguns anos para cá a consciência com relação à opção por um lanche mais saudável. “Percebemos essa postura principalmente no Ensino Médio. Os jovens optam pela salada de fruta e consomem muita barra de cereal. Temos até opções diferenciadas, como o frango sem carboidrato, por exemplo, um lanche que surgiu a pedido dos próprios jovens”, conta Ane. No balcão da cantina sempre está a cesta de frutas, outro diferencial oferecido aos estudantes. “Também percebemos que essa geração nova, dos pequenos que vêm do Ceapzinho, tem uma outra mentalidade, são adeptos a trocar o refrigerante pelo suco, por exemplo, com certeza pelo conceito que a escola vai trabalhando com as crianças”, disse Ane. Ela afirma que sabe que está para entrar em vigor uma legislação que vai proibir a venda de refrigerante nas escolas, e quando acontecer, a cantina irá se adequar às normas.
O trabalho de incentivar os alunos a se alimentar de maneira saudável no ambiente escolar dá bons resultados. “A aceitação é boa, pois os hábitos alimentares saudáveis são construídos ao longo da vida, em diferentes momentos: quando a família orienta e vivencia, quando a escola reforça a orientação e quando o sujeito, com autonomia a partir das vivências que teve, das informações adquiridas e do conhecimento construído,  realiza sua escolha”, conclui a professora Deizy.

O sinal para o intervalo toca e a pequena Maísa se aproxima do balcão da cantina do Colégio Sagrado Coração de Jesus (CSCJ). Ela pede um refrigerante, mas o atendente lembra que ela pode escolher entre o suco e a água, conforme autorização de seus pais, a aluna concorda e acaba levando seu lanche mais saudável. Flávio Lautério atua há mais de 20 anos na cantina do CSCJ e já conhece a maioria das crianças. “Recebemos muitas orientações dos pais que autorizam o que os filhos podem e o que não podem consumir, aí damos as opções possíveis para que a criança escolha”, explica Flávio.

O horário do recreio nas escolas não é mais um momento de consumir o que a maioria dos pais chamam de “porcarias”. Há um estímulo tanto por parte das escolas, como das próprias famílias para que as crianças tenham, no intervalo, um lanche cada vez mais saudável. Muitos pais optam por mandar o lanche de casa, para conseguir controlar o consumo dos pequenos, mas para os que optam pela compra diária nas cantinas, as escolas oferecem muitas opções saudáveis. “Temos diversos salgados assados para oferecer no lugar da fritura, também sanduíche natural e salada de frutas e sucos naturais. De uns tempos para cá, o consumo desse tipo de lanche, em detrimento de doces e refrigerantes, vem acontecendo”, salienta Flávio.

A professora e coordenadora pedagógica dos Anos Iniciais do CSCJ Claudete Drews explica que a escola sempre busca trabalhar a alimentação saudável, realizando projetos de estudo, palestras com médicos, nutricionistas e pesquisas. “São ações que caminham juntas com atividades em sala de aula, que possibilitam reflexões pelas crianças que terão possibilidade de fazer escolhas por uma alimentação saudável. A escola procura sempre mostrar para as crianças que alimentação saudável faz a diferença em suas vidas e no seu cotidiano, principalmente no futuro”, alerta Claudete.

A coordenadora explica que no CSCJ, o bar da escola é terceirizado, mas há uma orientação nesta questão para procurar oferecer aos alunos variedades  na alimentação saudável. “Somos orientados quanto a alguns produtos, como chiclé e salgadinhos não vendemos no bar”, afirma Flávio, destacando que o hábito das crianças em buscar um lanche mais saudável geralmente vem de casa. A informação é confirmada pela professora Claudete, que explica que hoje, com tantas informações, “as crianças já vêm com uma boa bagagem, pois as famílias e escola trabalham juntas. Em sua maioria, não vemos dificuldade, e sim aceitabilidade muito boa pelas crianças”.

No Ceap, a escola também busca trabalhar a alimentação saudável de maneira integrada, incentivando alunos a consumir um lanche alternativo. “A escola desenvolve um currículo diversificado. Nesse sentido a abordagem relacionada aos hábitos alimentares é uma temática transversal. Com frequência, são proporcionadas a partir de atividades desenvolvidas pelos professores diferentes vivências e experiências relacionadas à alimentação. Um exemplo disso é desenvolvido pela professora de Química, através do estudo dos componentes químicos dos refrigerantes e da ação dos mesmos no organismo, conscientizando os alunos e adolescentes sobre a necessidade de ingestão de água e sucos naturais”, conta a Orientadora Pedagógica da Educação Infantil do Ceap, Deizy Soares.

Já na Na Educação Infantil, Deizy explica que a vivência da alimentação saudável acontece diariamente, quando as crianças são estimuladas pelas professoras a compartilhar e degustar frutas coletivamente, na hora do lanche. “O acompanhamento e orientação em relação aos lanches enviados pela família também é uma prática, no sentido de estimular e contribuir para que possam cuidar, ainda mais, da rotina de alimentação das crianças”.

O mesmo estímulo ao consumo de lanches alternativos é seguido pela cantina do Ceap, que também é terceirizada e recebe orientações da escola. “A cantina da escola oferece frutas, sucos naturais e alimentos assados, por exemplo, os quais propiciam que os alunos possam fazer escolhas alimentares mais saudáveis”. Para Ane Clélia Queiroz, que há 12 anos atende na cantina do Ceap, é perceptível que de alguns anos para cá a consciência com relação à opção por um lanche mais saudável. “Percebemos essa postura principalmente no Ensino Médio. Os jovens optam pela salada de fruta e consomem muita barra de cereal. Temos até opções diferenciadas, como o frango sem carboidrato, por exemplo, um lanche que surgiu a pedido dos próprios jovens”, conta Ane. No balcão da cantina sempre está a cesta de frutas, outro diferencial oferecido aos estudantes. “Também percebemos que essa geração nova, dos pequenos que vêm do Ceapzinho, tem uma outra mentalidade, são adeptos a trocar o refrigerante pelo suco, por exemplo, com certeza pelo conceito que a escola vai trabalhando com as crianças”, disse Ane. Ela afirma que sabe que está para entrar em vigor uma legislação que vai proibir a venda de refrigerante nas escolas, e quando acontecer, a cantina irá se adequar às normas.

O trabalho de incentivar os alunos a se alimentar de maneira saudável no ambiente escolar dá bons resultados. “A aceitação é boa, pois os hábitos alimentares saudáveis são construídos ao longo da vida, em diferentes momentos: quando a família orienta e vivencia, quando a escola reforça a orientação e quando o sujeito, com autonomia a partir das vivências que teve, das informações adquiridas e do conhecimento construído,  realiza sua escolha”, conclui a professora Deizy.