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Superação nas alturas

Fernanda dos Santos Pereira está no Centro Professor Pardal desde 2003, e vem superando sua deficiência visual no trapézio, sua maior paixão
Fernanda dos Santos Pereira está no Centro Professor Pardal desde 2003, e vem superando sua deficiência visual no trapézio, sua maior paixão
Publicada em 19/09/2016.

 

Superação é a palavra que define a artista do Centro Municipal de Arte Educação Professor Pardal, Fernanda dos Santos Pereira, que possui uma deficiência visual desde o nascimento. A jovem de 20 anos, formada no Ensino Médio, está no Centro desde 2003, onde realiza trabalhos de teatro e circo, a cada ano buscando técnicas novas e desafios diferentes. De acordo com o professor e diretor artístico, Fábio Novello, enquanto educador, foi um grande desafio o ingresso da Fernanda no grupo. “Foi um grande desafio, eu reaprendi a ser educador e a dar aula, por perceber situações que eram tão mecânicas quando eu mostrava as coisas aos alunos e, agora, eu vou verbalizando tudo, por conta dessa necessidade dela, e com isso acabo percebendo coisas que antes eu também não enxergava de tal forma”, explica o professor.
Sobre o início no meio artístico, o professor destaca a vontade dela em aprender. “Na oficina de circo, ela passou por todas as técnicas, das mais simples até as mais complicadas. As acrobacias aéreas foi com que teve maior proximidade, e ela se apaixonou pelo trapézio, uma das técnicas de apresentação mais complicadas, por exigir do aluno bastante flexibilidade e atenção aos movimentos”, comenta Fábio.
Mesmo com as dificuldades, a jovem nunca desistiu, e afirma que percebeu as grandes mudanças em sua vida desde a sua entrada no Centro Municipal de Arte Edicação Professor Pardal. “Antes de começar no Centro, eu andava sempre de cabeça baixa, era muito tímida e quase nem falava. Após a minha entrada, tive aulas de teatro e circo e muita coisa eu aprendi graças à isso. Hoje eu domino bem a minha fala. Eu lembro que foi um desafio, pois as pessoas colocam uma limitação para você desde o dia que tu nasce, quando tu possui uma deficiência”, relata a jovem. 
Sobre a sua paixão pelo trapézio, Fernanda destaca que foi após a sua experimentação em outros segmentos. “Quando eu fiz trapézio pela primeira vez foi algo que me marcou muito, pois percebi que era possível eu fazer igual aos outros”. Em relação às apresentações, Fernanda destaca a sua primeira apresentação oficial. “Nos apresentamos na Sogi, e foi uma sensação incrível, pois eu e o Fábio trabalhamos muito para que tudo desse certo. Com isso, eu aprendi que tudo aquilo que eu quiser fazer, e me esforçar para realizar, eu com certeza vou conseguir”, conclui, confiante. 

Superação é a palavra que define a artista do Centro Municipal de Arte Educação Professor Pardal, Fernanda dos Santos Pereira, que possui uma deficiência visual desde o nascimento. A jovem de 20 anos, formada no Ensino Médio, está no Centro desde 2003, onde realiza trabalhos de teatro e circo, a cada ano buscando técnicas novas e desafios diferentes. De acordo com o professor e diretor artístico, Fábio Novello, enquanto educador, foi um grande desafio o ingresso da Fernanda no grupo. “Foi um grande desafio, eu reaprendi a ser educador e a dar aula, por perceber situações que eram tão mecânicas quando eu mostrava as coisas aos alunos e, agora, eu vou verbalizando tudo, por conta dessa necessidade dela, e com isso acabo percebendo coisas que antes eu também não enxergava de tal forma”, explica o professor.

Sobre o início no meio artístico, o professor destaca a vontade dela em aprender. “Na oficina de circo, ela passou por todas as técnicas, das mais simples até as mais complicadas. As acrobacias aéreas foi com que teve maior proximidade, e ela se apaixonou pelo trapézio, uma das técnicas de apresentação mais complicadas, por exigir do aluno bastante flexibilidade e atenção aos movimentos”, comenta Fábio.

Mesmo com as dificuldades, a jovem nunca desistiu, e afirma que percebeu as grandes mudanças em sua vida desde a sua entrada no Centro Municipal de Arte Edicação Professor Pardal. “Antes de começar no Centro, eu andava sempre de cabeça baixa, era muito tímida e quase nem falava. Após a minha entrada, tive aulas de teatro e circo e muita coisa eu aprendi graças à isso. Hoje eu domino bem a minha fala. Eu lembro que foi um desafio, pois as pessoas colocam uma limitação para você desde o dia que tu nasce, quando tu possui uma deficiência”, relata a jovem. 

Sobre a sua paixão pelo trapézio, Fernanda destaca que foi após a sua experimentação em outros segmentos. “Quando eu fiz trapézio pela primeira vez foi algo que me marcou muito, pois percebi que era possível eu fazer igual aos outros”. Em relação às apresentações, Fernanda destaca a sua primeira apresentação oficial. “Nos apresentamos na Sogi, e foi uma sensação incrível, pois eu e o Fábio trabalhamos muito para que tudo desse certo. Com isso, eu aprendi que tudo aquilo que eu quiser fazer, e me esforçar para realizar, eu com certeza vou conseguir”, conclui, confiante.