\\ JORNAL DA MANHÃ \ COLUNISTA \ Renato Marsiglia

Grêmio arranca com vitória

Publicada em 29/08/2016.

 

GRÊMIO ARRANCA 
COM VITÓRIA
A Copa do Brasil é sempre uma ótima alternativa para quem fica fora da disputa de título no Campeonato Brasileiro. Ainda não o caso do Grêmio, que tem condições de lutar pelo título do Brasileirão, mas que sabemos ser o campeonato mais difícil de nosso calendário. A vitória contra o Atlético-PR encaminha uma classificação para as quartas-de-final e motiva os jogadores para a fundamental partida de amanhã contra o Atlético-MG. O problema será quando afunilarem as duas competições. Sabe-se que o time é bom, mas o grupo carece de quantidade com qualidade. Lesões e suspensões serão inevitáveis, mas o risco tem que ser  corrido. Sou contra privilegiar competições. Tem que ir com o que tem de melhor sempre que for possível.
A PROPÓSITO...
Façanha foi a do Juventude, vencendo o poderoso São Paulo dentro do Morumbi. Time de Série C derrotando um de Série A. Esta é a emoção da Copa do Brasil, onde o sistema de mata-mata produz estas "zebras" e dão graça à uma competição de tiro curto por propiciarem vitórias improváveis. Nunca esquecer a ótima campanha do Ypíranga de Erechim neste ano, a conquista do Paulista de Jundiaí, que foi campeão derrotando o Fluminense dentro de São Januário, o Santo André, que  levou o título contra o Flamengo dentro do Maracanã e o próprio Juventude, campeão em 1999 vencendo o Botafogo-RJ.
INTER: A HORA DE VENCER
Depois de tantas rodadas sem fazer três pontos (já esqueci quantas foram!!!) está na hora de uma virada ou o Inter termina a rodada na zona do rebaixamento. Não importa se é apenas o terceiro jogo de Celso Roth. Este é um problema dele e de quem o contratou. Se trocaram três vezes de técnico este ano não é para seguir perdendo ou eventualmente empatando. Está na hora do time entrar em campo jogando sem medo e arriscando um pouco mais para não ficar nesta mesmice que não leva a lugar nenhum, ou pior, leva sim: à segunda divisão.
RESCALDO DAS 
OLIMPÍADAS
Terminados os Jogos Olímpicos, voltamos ao nosso cotidiano e fica a pergunta: que esporte queremos para o Brasil a partir de agora? O modelo já consagrado dos EUA em que a escola é a pilastra principal para formar cidadãos antes de mais nada?  O modelo inglês e alemão de apoio incondicional aos atletas, mas sem a intromissão do Estado ou o modelo assistencialista que é praticado no Brasil. Ainda tem o modelo da China, fazendo as crianças competirem pelo Estado. Exceção feito ao modelo brasileiro, todos os outros deram certo porque usam o esporte como elemento transformador da sociedade. As vitórias são meras consequências. A questão está justamente nas prioridades estabelecidas pelo país.

 

A Copa do Brasil é sempre uma ótima alternativa para quem fica fora da disputa de título no Campeonato Brasileiro. Ainda não o caso do Grêmio, que tem condições de lutar pelo título do Brasileirão, mas que sabemos ser o campeonato mais difícil de nosso calendário. A vitória contra o Atlético-PR encaminha uma classificação para as quartas-de-final e motiva os jogadores para a fundamental partida de amanhã contra o Atlético-MG. O problema será quando afunilarem as duas competições. Sabe-se que o time é bom, mas o grupo carece de quantidade com qualidade. Lesões e suspensões serão inevitáveis, mas o risco tem que ser  corrido. Sou contra privilegiar competições. Tem que ir com o que tem de melhor sempre que for possível.

A PROPÓSITO...

Façanha foi a do Juventude, vencendo o poderoso São Paulo dentro do Morumbi. Time de Série C derrotando um de Série A. Esta é a emoção da Copa do Brasil, onde o sistema de mata-mata produz estas "zebras" e dão graça à uma competição de tiro curto por propiciarem vitórias improváveis. Nunca esquecer a ótima campanha do Ypíranga de Erechim neste ano, a conquista do Paulista de Jundiaí, que foi campeão derrotando o Fluminense dentro de São Januário, o Santo André, que  levou o título contra o Flamengo dentro do Maracanã e o próprio Juventude, campeão em 1999 vencendo o Botafogo-RJ.

INTER: A HORA DE VENCER

Depois de tantas rodadas sem fazer três pontos (já esqueci quantas foram!!!) está na hora de uma virada ou o Inter termina a rodada na zona do rebaixamento. Não importa se é apenas o terceiro jogo de Celso Roth. Este é um problema dele e de quem o contratou. Se trocaram três vezes de técnico este ano não é para seguir perdendo ou eventualmente empatando. Está na hora do time entrar em campo jogando sem medo e arriscando um pouco mais para não ficar nesta mesmice que não leva a lugar nenhum, ou pior, leva sim: à segunda divisão.

RESCALDO DAS 

OLIMPÍADAS

Terminados os Jogos Olímpicos, voltamos ao nosso cotidiano e fica a pergunta: que esporte queremos para o Brasil a partir de agora? O modelo já consagrado dos EUA em que a escola é a pilastra principal para formar cidadãos antes de mais nada?  O modelo inglês e alemão de apoio incondicional aos atletas, mas sem a intromissão do Estado ou o modelo assistencialista que é praticado no Brasil. Ainda tem o modelo da China, fazendo as crianças competirem pelo Estado. Exceção feito ao modelo brasileiro, todos os outros deram certo porque usam o esporte como elemento transformador da sociedade. As vitórias são meras consequências. A questão está justamente nas prioridades estabelecidas pelo país.