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Em ano de Olimpíada, Ijuí tem atleta de ouro

Ijuiense foi expoente do vôlei brasileiro e hoje dedica-se à formação de atletas
Ijuiense foi expoente do vôlei brasileiro e hoje dedica-se à formação de atletas
Publicada em 14/07/2016.

Jogador de vôlei, é um dos principais nomes já revelados do esporte ijuiense. Foi titular da Seleção Brasileira, atuou em clubes brasileiros e no exterior. Encerrada carreira de 19 anos de atleta de alta performance, voltou para casa e concretizou um projeto desafiador de formação de atletas, o vitorioso Pró-Vôlei, que completa 7 anos em agosto e já atendeu mais de 13 mil crianças e adolescentes das escolas da rede municipal. Em ano de Olimpíadas, ele lamenta nunca ter conseguido participar de uma, impedido de brigar pela convocação por causa de lesões. Filho do advogado Rui Stragliotto e da professora Liane Lenz Stragliotto, 41 anos, é casado há 21 anos com a porto-alegrense Cristina Boll Stragliotto, psicóloga e psicoterapeuta de crianças, adolescentes e adultos, e tem dois filhos -  Bryan, 13 anos, e Derek, 2 anos.

 

Como surgiu a ideia do projeto Pró Vôlei?
O projeto Pró-Vôlei surgiu da vontade de prosseguir trabalhando pelo desenvolvimento e a massificação do voleibol, através da iniciação esportiva com crianças e adolescentes e da formação de atletas e de cidadãos vinculados ao esporte. A primeira ideia de desenvolvê-lo em Ijuí aconteceu em meados de 2009 por ocasião de encontro com autoridades políticas do município, após o encerramento da carreira de atleta profissional. O projeto ganhou forma, encontrou importantes apoiadores e colaboradores, tendo a partir da aprovação da Câmara de Vereadores de Ijuí e a sanção da Lei 5.041 de 7 de agosto de 2009, pelo prefeito Fioravante Ballin, a autorização de implantação do projeto social “Ijuí Pró-Vôlei – Semeando o Futuro”, através do convênio entre o Poder Executivo – Município de Ijuí e a Unijuí. Desde então, o projeto criou identidade com os alunos, se integrou às instituições escolares e adquiriu credibilidade junto às famílias, aos professores de educação física e a comunidade em geral. O Ijuí Pró-Vôlei é desenvolvido em 18 núcleos de iniciação esportiva, em ginásios e escolas da rede pública de ensino, fator que estimula a participação e a popularização da modalidade entre os alunos ijuienses, e em um núcleo de formação de atletas jovens e treinamento de equipes de base.
Quantas crianças são beneficiadas e quais os benefícios?
Em agosto de 2016, o Ijuí Pró-Vôlei completará 7 anos de atividades, atendendo ao longo desse período mais de 13 mil alunos da rede de ensino no município dos 6 aos 14 anos. Este ano temos a participação de aproximadamente duas mil crianças nos núcleos de iniciação esportiva e no núcleo de formação de atletas jovens e de treinamento de equipes de base.
Sobre sua carreira. Como tudo começou?
Em 1990, com 15 anos fui jogar no clube mais tradicional do RS, a Sogipa de Porto Alegre, onde permaneci por 3 anos nas categorias de base. Durante esse período, defendi as seleções gaúchas sub 18 e sub 20 em campeonatos brasileiros, sendo convocado pela primeira vez para a seleção brasileira em 1992. Com 18 anos, em 1993, joguei minha primeira superliga pelo Fiat Minas de Belo Horizonte. Fui convocado para seleções brasileiras juvenil em 1994 e 1995, quando fui capitão da equipe que contava com atletas promissores como Gustavo Endres, Giba, Ricardinho, Manius, André Heller e tantos outros. 
Quais as principais competições que você participou?
Olha, foi uma carreira intensa e bastante proveitosa. Sempre tive a felicidade de atuar por equipes importantes e todas as competições que participei foram de alto nível técnico. Com clubes brasileiros participei de 12 edições da superliga brasileira - Fiat Minas/MG (1993 a 1995), Report Suzano/SP (1995/96), Ulbra Canoas/RS (1996/2000 e 2006/07), Palmeiras/SP (2000/01), Bento Vôlei (2002/03, 2005 e 2008/09), UCS de Caxias do Sul/RS (2007/08); com clubes do exterior dos campeonatos nacionais - Tourcoing/França (2001/02), Friedrichshafen/Alemanha (2003/04), Esmoriz/Portugal (2004) e Jumbos/Coréia do Sul (2005/06); com a seleção brasileira participei de campeonatos sul-americanos de 1992/94, mundiais de 1995/98, Liga Mundial 1998/99 e Copa América 1998/99. Mas, ressalto que valorizo todas as competições, adversários e colegas com quem dividi as quadras. Algumas circunstâncias podem torná-las especiais, mas todas tiveram sua importância e contribuíram para meu aprendizado. Lembro das 

Como surgiu a ideia do projeto Pró Vôlei?

O projeto Pró-Vôlei surgiu da vontade de prosseguir trabalhando pelo desenvolvimento e a massificação do voleibol, através da iniciação esportiva com crianças e adolescentes e da formação de atletas e de cidadãos vinculados ao esporte. A primeira ideia de desenvolvê-lo em Ijuí aconteceu em meados de 2009 por ocasião de encontro com autoridades políticas do município, após o encerramento da carreira de atleta profissional. O projeto ganhou forma, encontrou importantes apoiadores e colaboradores, tendo a partir da aprovação da Câmara de Vereadores de Ijuí e a sanção da Lei 5.041 de 7 de agosto de 2009, pelo prefeito Fioravante Ballin, a autorização de implantação do projeto social “Ijuí Pró-Vôlei – Semeando o Futuro”, através do convênio entre o Poder Executivo – Município de Ijuí e a Unijuí. Desde então, o projeto criou identidade com os alunos, se integrou às instituições escolares e adquiriu credibilidade junto às famílias, aos professores de educação física e a comunidade em geral. O Ijuí Pró-Vôlei é desenvolvido em 18 núcleos de iniciação esportiva, em ginásios e escolas da rede pública de ensino, fator que estimula a participação e a popularização da modalidade entre os alunos ijuienses, e em um núcleo de formação de atletas jovens e treinamento de equipes de base.

 

Quantas crianças são beneficiadas e quais os benefícios?

Em agosto de 2016, o Ijuí Pró-Vôlei completará 7 anos de atividades, atendendo ao longo desse período mais de 13 mil alunos da rede de ensino no município dos 6 aos 14 anos. Este ano temos a participação de aproximadamente duas mil crianças nos núcleos de iniciação esportiva e no núcleo de formação de atletas jovens e de treinamento de equipes de base.

 

Sobre sua carreira. Como tudo começou?

Em 1990, com 15 anos fui jogar no clube mais tradicional do RS, a Sogipa de Porto Alegre, onde permaneci por 3 anos nas categorias de base. Durante esse período, defendi as seleções gaúchas sub 18 e sub 20 em campeonatos brasileiros, sendo convocado pela primeira vez para a seleção brasileira em 1992. Com 18 anos, em 1993, joguei minha primeira superliga pelo Fiat Minas de Belo Horizonte. Fui convocado para seleções brasileiras juvenil em 1994 e 1995, quando fui capitão da equipe que contava com atletas promissores como Gustavo Endres, Giba, Ricardinho, Manius, André Heller e tantos outros. 

 

Quais as principais competições que você participou?

Olha, foi uma carreira intensa e bastante proveitosa. Sempre tive a felicidade de atuar por equipes importantes e todas as competições que participei foram de alto nível técnico. Com clubes brasileiros participei de 12 edições da superliga brasileira - Fiat Minas/MG (1993 a 1995), Report Suzano/SP (1995/96), Ulbra Canoas/RS (1996/2000 e 2006/07), Palmeiras/SP (2000/01), Bento Vôlei (2002/03, 2005 e 2008/09), UCS de Caxias do Sul/RS (2007/08); com clubes do exterior dos campeonatos nacionais - Tourcoing/França (2001/02), Friedrichshafen/Alemanha (2003/04), Esmoriz/Portugal (2004) e Jumbos/Coréia do Sul (2005/06); com a seleção brasileira participei de campeonatos sul-americanos de 1992/94, mundiais de 1995/98, Liga Mundial 1998/99 e Copa América 1998/99. Mas, ressalto que valorizo todas as competições, adversários e colegas com quem dividi as quadras. Algumas circunstâncias podem torná-las especiais, mas todas tiveram sua importância e contribuíram para meu aprendizado. Lembro das