\\ JORNAL DA MANHÃ \ COLUNISTA \ David dos Santos

2016 vamos a luta

Publicada em 05/01/2016.

 

A grande responsabilidade da Presidente Dilma é tirar o Brasil da estagnação econômica, visto ter sido uma das premissas fortes de sua campanha, o nível do emprego. 
Como disse, foi premissa básica no programa presidencial, o crescimento do emprego, a ampliação e qualificação do mercado interno e a expansão das exportações, tendo como centro da política econômica a questão da produtividade. Com o que, seu incremento se dará pela modernização do parque industrial brasileiro, pela melhoria no ambiente de negócios, pela maior capacitação de nossas empresas e da qualificação da mão de obra.
Infelizmente grandes obras estruturais previstas no PAC tiveram suas inaugurações adiadas, a Refinaria Abreu e Lima – aliás palco do maior escândalo de corrupção da historia do País -, tinha como data inaugural maio de 2015, foi reprogramada para dezembro de 2018; a transposição do Rio São Francisco está prometida para 2017, ou seja, dez anos depois do prazo inicialmente planejado.
O ano de 2015, no setor de infraestrutura, entrará para a historia como um dos piores períodos vivenciados pelo setor.
Jovens que chegam hoje ao mercado de trabalho não encontram colocações, pois com um PIB baixo não há criação de novas ocupações. Se o nível de empregos não caiu, também não subiu. O crescimento só se sustenta se os investimentos forem retomados. O ciclo do consumo acabou, visto o perigoso endividamento e inadimplência da população.
É urgente um conjunto de reformas que criem condições para o crescimento do País, e das condições para o desenvolvimento de políticas que estimulem, de forma concreta, a superação da pobreza, garantindo a melhoria da qualidade de vida de todo o povo brasileiro.
Reforma tributária, com o propósito de fortalecer a Federação, simplificar o sistema tributário e reduzir o Custo Brasil, aumentando a produtividade e gerando mais empregos. 
Reforma e aprimoramento da infraestrutura nacional, por meio de um amplo programa de investimento em todas as dimensões da infraestrutura do País, a partir de regras claras e estáveis, incluindo mobilização de capital privado e a coordenação das várias instâncias de governo.
Redução da burocracia, eficiência do poder público, transparência para que a população acompanhe a execução das políticas públicas.
E principalmente o combate sistemático a corrupção, como disse o cientista político Djalma Cremonese: “Ninguém pode se dizer um paladino da ética na política hoje. O PT tinha esse princípio no início, mas quando foi governo teve posturas bastante contrárias, então a Presidente vai ter que resolver, principalmente a corrupção na Petrobras”.
Enquanto Norte e Nordeste continuam com indicadores sociais africanos, obras superfaturadas como Pasadena e Abreu Lima consumiram e desviaram bilhões da verba pública. 
Rezemos para que a operação Lava Jato não seja um voz pregando no deserto, como disse um desanimado Sergio Moro.

A grande responsabilidade da Presidente Dilma é tirar o Brasil da estagnação econômica, visto ter sido uma das premissas fortes de sua campanha, o nível do emprego. 

Como disse, foi premissa básica no programa presidencial, o crescimento do emprego, a ampliação e qualificação do mercado interno e a expansão das exportações, tendo como centro da política econômica a questão da produtividade. Com o que, seu incremento se dará pela modernização do parque industrial brasileiro, pela melhoria no ambiente de negócios, pela maior capacitação de nossas empresas e da qualificação da mão de obra.

Infelizmente grandes obras estruturais previstas no PAC tiveram suas inaugurações adiadas, a Refinaria Abreu e Lima – aliás palco do maior escândalo de corrupção da historia do País -, tinha como data inaugural maio de 2015, foi reprogramada para dezembro de 2018; a transposição do Rio São Francisco está prometida para 2017, ou seja, dez anos depois do prazo inicialmente planejado.

O ano de 2015, no setor de infraestrutura, entrará para a historia como um dos piores períodos vivenciados pelo setor.

Jovens que chegam hoje ao mercado de trabalho não encontram colocações, pois com um PIB baixo não há criação de novas ocupações. Se o nível de empregos não caiu, também não subiu. O crescimento só se sustenta se os investimentos forem retomados. O ciclo do consumo acabou, visto o perigoso endividamento e inadimplência da população.

É urgente um conjunto de reformas que criem condições para o crescimento do País, e das condições para o desenvolvimento de políticas que estimulem, de forma concreta, a superação da pobreza, garantindo a melhoria da qualidade de vida de todo o povo brasileiro.

Reforma tributária, com o propósito de fortalecer a Federação, simplificar o sistema tributário e reduzir o Custo Brasil, aumentando a produtividade e gerando mais empregos. 

Reforma e aprimoramento da infraestrutura nacional, por meio de um amplo programa de investimento em todas as dimensões da infraestrutura do País, a partir de regras claras e estáveis, incluindo mobilização de capital privado e a coordenação das várias instâncias de governo.

Redução da burocracia, eficiência do poder público, transparência para que a população acompanhe a execução das políticas públicas.

E principalmente o combate sistemático a corrupção, como disse o cientista político Djalma Cremonese: “Ninguém pode se dizer um paladino da ética na política hoje. O PT tinha esse princípio no início, mas quando foi governo teve posturas bastante contrárias, então a Presidente vai ter que resolver, principalmente a corrupção na Petrobras”.

Enquanto Norte e Nordeste continuam com indicadores sociais africanos, obras superfaturadas como Pasadena e Abreu Lima consumiram e desviaram bilhões da verba pública. 

Rezemos para que a operação Lava Jato não seja um voz pregando no deserto, como disse um desanimado Sergio Moro.