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Atos em defesa da reforma política acontecem hoje

Integrantes da Via Campesina e do MST realizaram caminhada em Porto Alegre ontem
Integrantes da Via Campesina e do MST realizaram caminhada em Porto Alegre ontem
Publicada em 12/03/2015.

 

Hoje, as camponesas e camponeses da Via Campesina participam de ato público em defesa da classe trabalhadora, do Plebiscito Constituinte da Reforma Política, da Petrobrás e da democracia, em Porto Alegre.
As atividades iniciam às 7h em frente à sede da Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), em Canoas. Posteriormente, às 10h haverá concentração no Largo Glênio Peres e, às 12h caminhada até a Praça da Matriz, em Porto Alegre.
“Queremos uma Constituinte da Reforma Política para acabar com a influência das grandes empresas e do poder econômico na política brasileira, sequestrada no último período por cerda de dez grandes empresas que financiaram todos os partidos. E defendemos a Petrobrás como uma símbolo da soberania nacional e passaporte para o desenvolvimento econômico e social brasileiro”, explica o dirigente estadual da Via Campesina, Marcelo da Silva.
Segundo a CMS, um dos maiores desafios dos movimentos sindicais e sociais hoje é defender, de forma unificada e organizada, o projeto de desenvolvimento econômico com distribuição de renda, justiça e inclusão social. Na defesa de uma ação mais justa para todos.
Hoje, os movimentos sociais e sindicais irão às ruas no RS buscando colocar o Brasil na rota de crescimento econômico com inclusão social, ampliação de direitos e aprofundamento da democracia.
Os movimentos querem a implantação no Brasil de uma agenda de desenvolvimento, com geração de emprego e renda. Governo nenhum pode mexer nos direitos da classe trabalhadora. Defender os trabalhadores é lutar contra medidas de ajuste fiscal que prejudicam a classe trabalhadora. As MPs 664 e 665, que restringem o acesso ao seguro desemprego, ao abono salarial, pensão por morte e auxílio-doença, são ataques a direitos duramente conquistados pela classe trabalhadora.

Hoje, as camponesas e camponeses da Via Campesina participam de ato público em defesa da classe trabalhadora, do Plebiscito Constituinte da Reforma Política, da Petrobrás e da democracia, em Porto Alegre.

As atividades iniciam às 7h em frente à sede da Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), em Canoas. Posteriormente, às 10h haverá concentração no Largo Glênio Peres e, às 12h caminhada até a Praça da Matriz, em Porto Alegre.

“Queremos uma Constituinte da Reforma Política para acabar com a influência das grandes empresas e do poder econômico na política brasileira, sequestrada no último período por cerda de dez grandes empresas que financiaram todos os partidos. E defendemos a Petrobrás como uma símbolo da soberania nacional e passaporte para o desenvolvimento econômico e social brasileiro”, explica o dirigente estadual da Via Campesina, Marcelo da Silva.

Segundo a CMS, um dos maiores desafios dos movimentos sindicais e sociais hoje é defender, de forma unificada e organizada, o projeto de desenvolvimento econômico com distribuição de renda, justiça e inclusão social. Na defesa de uma ação mais justa para todos.

Hoje, os movimentos sociais e sindicais irão às ruas no RS buscando colocar o Brasil na rota de crescimento econômico com inclusão social, ampliação de direitos e aprofundamento da democracia.

Os movimentos querem a implantação no Brasil de uma agenda de desenvolvimento, com geração de emprego e renda. Governo nenhum pode mexer nos direitos da classe trabalhadora. Defender os trabalhadores é lutar contra medidas de ajuste fiscal que prejudicam a classe trabalhadora. As MPs 664 e 665, que restringem o acesso ao seguro desemprego, ao abono salarial, pensão por morte e auxílio-doença, são ataques a direitos duramente conquistados pela classe trabalhadora.