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Manifestantes prometem trégua até o dia 10 de março

Publicada em 05/03/2015.

 

Apesar da trégua nos protestos de caminhoneiros nas rodovias gaúchas, ainda vai levar uns dias para que os estoques sejam completamente normalizados no Estado. Entidades do setor varejista informaram que as entregas foram retomadas e até intensificadas ontem, mas, principalmente no ramo de hortifrutigranjeiros, alguns produtos chegaram ao destino com a qualidade comprometida, impedindo a reposição nas gôndolas.
A Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) estima que sejam necessários pelo menos mais dois dias para normalização completa. O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do RS (Sulpetro), Adão Oliveira, projeta que o abastecimento de postos de combustíveis demore ainda cinco ou seis dias para voltar ao normal.
Os caminhoneiros prometeram, agora, pausa nos protestos até o dia 10 de março, quando o governo federal irá abrir uma mesa de diálogo para debater, prioritariamente, uma tabela referencial de frete para transportes rodoviários. Na tarde desta quarta-feira, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, recebeu 11 caminhoneiros autônomos do Rio Grande do Sul para ouvir as reivindicações e traçar linhas para a reunião do dia 10.
A exemplo do que ocorreu com as manifestações, lideranças sindicais da categoria dizem que vão ficar à margem das negociações em Brasília.

Apesar da trégua nos protestos de caminhoneiros nas rodovias gaúchas, ainda vai levar uns dias para que os estoques sejam completamente normalizados no Estado. Entidades do setor varejista informaram que as entregas foram retomadas e até intensificadas ontem, mas, principalmente no ramo de hortifrutigranjeiros, alguns produtos chegaram ao destino com a qualidade comprometida, impedindo a reposição nas gôndolas.

A Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) estima que sejam necessários pelo menos mais dois dias para normalização completa. O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do RS (Sulpetro), Adão Oliveira, projeta que o abastecimento de postos de combustíveis demore ainda cinco ou seis dias para voltar ao normal.

Os caminhoneiros prometeram, agora, pausa nos protestos até o dia 10 de março, quando o governo federal irá abrir uma mesa de diálogo para debater, prioritariamente, uma tabela referencial de frete para transportes rodoviários. Na tarde desta quarta-feira, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, recebeu 11 caminhoneiros autônomos do Rio Grande do Sul para ouvir as reivindicações e traçar linhas para a reunião do dia 10.

A exemplo do que ocorreu com as manifestações, lideranças sindicais da categoria dizem que vão ficar à margem das negociações em Brasília.